Dilson Lages Monteiro Segunda-feira, 05 de dezembro de 2016

Poema do dia

Sempre hoje

Antes das matas encharcadas de chuvas

termina-e-começa o palmilhar das roças

como essa ânsia de sempre hoje.

Depois das tardes fechadas em si

depois do chumbo-róseo no céu de nuvens

depois do raio na palmeira da estrada

Antes o sol se dilata em todo reflexo de luz

 na pele marrom das árvores

 ou no couro indefinido do chão.

Começa como essa hora o depois do porvir

 o após das manhãs nas entrelinhas da terra

 como essa ânsia de sempre hoje.

 

Dílson Lages Monteiro

 

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