Inconscientemente
Os caminhos cortam o campo.
A velocidade do vento
Varre o vasto vulto
Da ventania.
O passo do silêncio
Sentencia a real-idade
Da cidade em chamas.
Na xícara de café
O débil degusta
A letargia da lucidez.
O gole desce
Pelas labaredas
Do sol em cinzas
E incendeia o celeiro
Das revoluções.
Mas há muito
O mundo mudou
A rota da tarde
E despediu o desejo
Do Deus sem trono.
| Primeira | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | Última |
Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
LABORATÓRIO DE REDAÇÃO PROF. DÍLSON LAGES
Baloon Center, Av. Pedro Almeida nº 60, Loja 21 (segundo piso) - São Cristóvão - Teresina - Piauí - Fone (86) 3233 9444
e-mail: dilsonlages[@]uol.com.br