Por:
Ronaldo Cagiano
“É sempre um prazer estético ler coisas boas, feitas com estilo, talento e paixão. Sua obra é um libelo contra esse mundo permeado de inquietações. Trabalho enxuto, sem literatices desnecessárias, calcado num estilo vigoroso, rico em imagens colhidas do cotidiano, através do que o poeta realiza seu canto de exploração dos múltiplos sentimentos e observações humanas. Em meio à proliferação da subliteratura no Brasil, “Colméia de Concreto sobressai, porque resguarda o valor da linguagem, valorizando a literatura naquilo que ela tem de mais sagrado: a comunicação”.
Por:
Hardi Filho
“Colméia de Concreto é título adequado para um conjunto de poemas que menos dizem e mais sugerem, ou seja, poemas em linguagem valorizada nos seus múltiplos sentidos. O contrastante fica por conta da cadência, do ritmo e da aparente fragilidade ou tristeza do ser em face do incomensurável.
Dílson Lages Monteiro vai fazendo os seus poemas às vezes simples pensamentos, de conteúdo variado e clima de virtualidade impessoal ameno, agradáveis ao espírito por favorecerem à compreensão do complexo que é o sentir humano”.
Por:
Luís Carlos Marques
“Li alguns poemas de “Colméia de Concreto” e gostei do resultado. Existe algo de paz e tranqüilidade na sua poesia”.
Por:
Gaitano Antonaccio
“Parabéns pela gama de poesias ecléticas e pelos temas diversificados, o que tornou o trabalho interessante, sem cansar seus leitores e surpreendendo pelas temáticas”.
Por:
Fernando PY
“Colméia de Concreto, de Dílson Lages Monteiro. O poeta possui a vantagem de uma dicção contida, de um quase anti-verso. (...) No todo, para um poeta de apenas 25 anos, o livro é de fato alentador”