Não mais prazer nos daremos
até a noite acabar,
se bem que inda nos amemos
e como antes brilhe o luar.
A espada à bainha gasta,
as almas cansam o seio.
Coração que não se afasta
pode até ficar em meio.
Para o amor a noite é feita,
e depressa chega o dia.
Mas o prazer nos enjeita
à luz da lua sombria.
(BYRON, trad. Jorge de Sena)
- José Coriolano de Sousa Lima
- Capistrano de Abreu
- Bilé Carvalho
- Nogueira Tapety
- Tomaz Antônio Gonzaga
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