BENEDICITE!
Olavo Bilac
Bendito o que, na terra, o fogo fez, e o teto;
E o que uniu a charrua ao boi paciente e amigo;
E o que encontrou a enxada; e o que, do chão abjeto,
Fez, e aos beijos do sol, o ouro brotar do trigo;
E o que o feno forjou; e o piedoso arquiteto
Que ideou, depois do berço e do lar, o jazigo;
E o que os fios urdiu; e o que achou o alfabeto;
E o que deu uma esmola ao primeiro mendigo;
E o que soltou ao mar a quilha, e ao vento o pano;
E o que inventou o canto; e o que criou a lira;
E o que domou o raio; e o que alçou o aeroplano...
Mas bendito, entre os mais, o que, no dó profundo,
Descobriu a Esperança, a divina mentira,
Dando ao homem o dom de suportar o mundo!
Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
Pois logo eu matei dois peixinhos vermelhos que não fazem mal a ninguém
Cerca de quatrocentos participantes assistiram ao 3º Congresso do Livro digital
Uma reportagem do New York Times mostra que isso mudou na era do e-book.
Além de imortal, Lygia já ganhou os principais prêmios brasileiros dedicados à literatura.
LABORATÓRIO DE REDAÇÃO PROF. DÍLSON LAGES
Baloon Center, Av. Pedro Almeida nº 60, Loja 21 (primeiro piso) - São Cristóvão - Teresina - Piauí - Fone (86) 3233 9444
e-mail: dilsonlages[@]uol.com.br