Rogel Samuel
Eu o conheci no “Flor do amanhã”, quando recebeu o Dalai Lama. Ali, Joazinho Trinta mantinha permanentemente uma criança ao colo, filho de uma menina de rua que ele abrigava.
A última vez que o vi foi no shopping de Manaus.
- Como vai o “Flor do amanhã”, Joazinho? – pergunto. O que aconteceu com ele?
O “Flor do amanhã” foi para mim o maior projeto social que já existiu no Rio de Janeiro: abrigava toda a população de rua, meninos, meninas, prostitutas, travestis, índios, mendigos, viciados – a todos Joazinho dava casa e comida e tinha o plano de ali instalar uma escola de primeiro grau onde eu pretendia trabalhar de graça.
- Mataram o “Flor do amanhã”, disse-me ele.
E depois de um suspirou de dor:
- Estávamos atrapalhando...
Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
Pois logo eu matei dois peixinhos vermelhos que não fazem mal a ninguém
Cerca de quatrocentos participantes assistiram ao 3º Congresso do Livro digital
Uma reportagem do New York Times mostra que isso mudou na era do e-book.
Além de imortal, Lygia já ganhou os principais prêmios brasileiros dedicados à literatura.
LABORATÓRIO DE REDAÇÃO PROF. DÍLSON LAGES
Baloon Center, Av. Pedro Almeida nº 60, Loja 21 (primeiro piso) - São Cristóvão - Teresina - Piauí - Fone (86) 3233 9444
e-mail: dilsonlages[@]uol.com.br