[Flávio Bittencourt]

O Prof. Agnello reconta três outras estórias de caboclo

Os relatos são sobre fatos vividos pelo velho mestiço Manoel Calafate, do Lago do Ayapuá, e por outros pescadores da região.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LOGO DE CONJUNTO RESIDENCIAL EM MANAUS, CUJO

NOME FOI DADO EM HOMENAGEM AO GRANDE LAGO DO AYAPUÁ,

DO BAIXO PURUS

(SEM A LEGENDA ACIMA CONFERIDA, só a marca do Conjunto:

http://katiaglaisa.blogspot.com/2010/03/identidade-visual-conjunto-residencial.html)

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

O CIENTISTA ESTADUNIDENSE A. H. RICE

(http://g-ecx.images-amazon.com/images/G/01/randoEMS/art_008_lg.jpg,

sendo que a legenda original, em inglês, a seguir está transcrita)

 

 

 

 
 
Dr. Alexander Hamilton Rice, Fawcett’s main rival, was a multimillionaire “as much at home in the elegant swirl of Newport society as in the steaming jungles of Brazil.” (Courtesy of the Royal Geographical Society)
A member of Dr. Rice’s 1919-20 expedition deploys a wireless telegraphy set—an early radio—allowing the party to receive news from the outside world. (Courtesy of the Royal Geographical Society)

DA EXPEDIÇÃO HAMILTON RICE AO RIO BRANCO, em 1924, participou KOCH-GRÜNBERG, que, infelizmente, faleceu de malária em Vista Alegre; O Dr. Rice contratou o fotógrafo e cinegrafista luso-peruano-amazonense Silvino Santos para fazer a cobertura cinematográfico-documental da expedição; em 1921, com a autorização da viúva do Coronel Lourenço Mello, Dª. Felicidade Mello, e de seu filho Wenceslau Nicolau de Mello, de quem eram amigos, Silvino Santos e Agesilau Araújo - filho do magnata português Com. J. G. Araújo - captaram, para o clássico filme documentário No paiz das amazonas, cenas de rara beleza fílmico-ecologica (em branco-e-preto) na região do acima referido LAGO DO AYAPUÁ, como no Lago do Piraiauara, que também pertence à area do Ayapuá (cenas de pesca, comércio e embarque de produtos do extrativismo, mamíferos, aves, aranhas, insetos, coleta da castanha etc.); no livro Silvino Santos: o cineasta do Ciclo da Borracha (Rio de Janeiro: Funarte, 1999), Márcio Souza apresenta todos os intertítulos [ou "legendas"] do filme, assim como dezenas ou centenas de fotogramas, sendo que num dos intertítulos há menção à firma Lourenço Mello e Sucessores Ltda., cuja sede ficava em Manacapuru-AM

 

 

 

 

O CAPITÃO JACQUES COUSTEAU, que, como Walt Disney

fizera algumas décadas antes, magnificamente realizou um

documentário sobre a Amazônia misteriosa; na foto, com

estatuetas-monumentos-arqueológicos que estavam submersas

no interior de navio naufragado

(http://www.guttormsen.dk/blog/default.asp)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ARQUEOLOGIA DO SÉCULO PASSADO:

WALTER ELIAS DISNEY E SUA EQUIPE FORAM, POR ANOS 

CONSECUTIVOS, MULTIPREMIADOS PELA ACADEMIA

DE CINEMA DE HOLLYWOOD, CALIFÓRNIA (EUA); NA

FOTO, DISNEY, SEGURANDO ESTATUETAS CONQUISTADAS,

fotografado pela revista Life

(http://2.bp.blogspot.com/_OO7WbmARD08/STlnK9b_cvI/AAAAAAAAJ1k/1edflgf228g/s1600-h/c-3.jpg)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A ESTONTEANTE JENNIFER LOPEZ: foi ao Amazonas para, também, tentar salvar

colegas-no-filme de fortíssima e feroz anaconda

(http://www.muskurahat.us/content/celebrities/jennifer-Lopez/jennifer_lopez_filmography.asp)

 

 

 

Movie Review

Anaconda film still 1

 

 

 

 

 

 

 

 

O ATOR JON VOIGHT TRABALHANDO

NO AMAZONAS, às margens (ou já dentro)

do lendário Rio Negro, no município de Manaus,

onde foram cinematograficamente captadas

sequências do filme ANACONDA (1997),

sendo que anaconda, no Hemisfério Norte,

significa cobra grande, na altura da

linha do Equador e proximidades ou até

já longe da linha que divide a Terra entre

Norte e Sul

 

(SÓ A FOTO DE CENA, SEM A LEGENDA

ACIMA REDIGIDA:

 http://www.movielogy.com/reviews/horrorthriller/anaconda1.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A PERSONAGEM INTERPRETADA POR JENNIFER LOPEZ, no Rio Negro,

TENTA SALVAR O SEU AMIGO QUE A COBRA-GRANDE ("Anaconda"), FAMINTA, 

COMEÇA A DEVORAR

(SÓ A FOTO DE EMOCIONANTE CENA DE MULHER TENTANDO SALVAR HOMEM:

http://picsjenniferlopez.blogspot.com/2009/09/jennifer-lopez-in-anaconda.html)

 

 

 

 

 

(http://www.dasmatheus.com.br/depoimentos.php)

 

 

 

 

(http://teresita.bloguepessoal.com/203429/Palavras-de-Ouro/)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NAVIO VIKING

(http://www.vikingsgab.com/2009/08/30/vikings-ship/)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 (http://bloogle-humoristico.blogspot.com/2009/08/historia-do-marinheiro-loiro.html)

 

 

 

 

(http://www.flickr.com/photos/17122404@N00/103799866,

onde se pode ler: 

"Depois dizem que a culpa é do Boto!

Minha amiga carioca Marcela Ataiêk em seu momento 'mochileira', visitando o municipio de Novo Airão - AM, fazendo o reconhecimento (*risos*), porque eu vou passar o carnaval no interior, na paz! (Assim espero)

Essa é a Cidade dos Botos cor de rosa, próximo ao Arquipelago de Anavilhanas." [Foto: Rafa])

 

 

 

 

 

"Uma estória que não foi inventada também se pode transformar em lenda de uma dada região".

(COLUNA "Recontando estórias do domínio público")

 

 

 

"(...) Vem à baila o filme No paiz das Amazonas, rodado por Silvino Santos em 1921. (...) Nunca se fez tão intensa e extensa propaganda em prol da terra tantas vezes infamada (...)"

(AGNELLO BITTENCOURT, trecho do verbete ' Joaquim Gonçalves Araújo [COMENDADOR J. G. ARAÚJO]', o financiador da película cujos co-diretores foram Silvino Santos e Agesilau Araújo [este último, filho do Comendador J. G. Araújo]; In Dicionário Amazonense de Biografias - Vultos do passado, Rio de Janeiro: Conquista, 1973) 

 

 

 

                                         Homenageando Wenceslau Nicolau de Mello, Evaristo Pucu,

                                         Silvino Santos, Agesilau Araújo,

                                         Manoel Calafate, Joaquim Nascimento, Carlos Fleury da Silva Brabo,

                                         Hamilton Rice, Walt Disney e Jacques Cousteau - IN MEMORIAM -,

                                         Olaf Malm, amigo e ex-colega louro cuja ascêndência é escandinava - 

                                        desejando-lhe saúde e vida longa -, como também aos atores

                                        Jon Voight e Jennifer Lopez, e os que

                                        vivem e os já desaparecidos, moradores do Baixo Rio Purus,

                                        Estado do Amazonas (Brasil)

 

 

 

22.8.2010 - De todas as estórias de caboclos do Amazonas que eu já ouvi, a mais bonita é sobre uma indescritível cidade (submersa) dos botos, contada pelo Sr. Tadeu, de Boca do Acre, relato que - assim espero - também aqui será recontado - A cidade dos botos é belíssima, mas hoje conheceremos três estórias fantástico-verdadeiras, do fim do século XIX e do ano de 1900 de Nosso Senhor, talvez menos maravilhosas e mais divertidas (já que aconteceram mesmo, na "vida real") do que uma das muitas lendas de botos tucuxis e vermelhos (ou "cor-de-rosa", no documentário da equipe do falecido Capitão Jacques Cousteau). Pois bem, o caboclo Manoel Calafate era muito chucro e queria ter um neto lourinho. O "jeito" foi designar uma filha para procriar com um marinheiro cujos cabelos não fossem pretos, nem castanhos e nem ruivos, mas da cor daquele nobre metal que se chama ouro. Ocorre que ninguém engravida sozinha! O marinheiro, cujos olhos talvez fossem azuis - acho que eram -, ficou com medo de realizar a  possivelmente agradável empreitada (naquele tempo ninguém ficava rapidamente com pessoa alguma, a menos que o caboclo estivesse na cidade maior [Manaus, no caso] e, mesmo assim, com dinheiro no bolso e em local suspeito de exploração do lenocínio). Foi aí que ele resolveu falar com o patrão. Conclusão: o funcionário marítimo de "ascendência escandinava" (*) era sério. Outras estórias, além dessa, adiante estão, pelo mestre de gerações do Amazonas Prof. Agnello Bittencourt devidamente recontadas. (Futuramente, aqui também será apresentada, igualmente com ilustrações "semirrandomicamente" achadas na web, a estória da CIDADE DOS BOTOS, se Deus nesse sentido ajudar, bem como outros curiosos relatos colhidos no interior do fabuloso Amazonas, pelo meu saudoso avô A. Bittencourt.)  F. A. L. Bittencourt (flabitten@bol.com.br)

(*) - A ascendência do marinheiro era alemã, mas aqui pensamos em dinamarqueses, suecos e noruegueses, não só porque se pensar numa pessoa escandinava produz a imediata evocação de cabelos louros, como para possibilitar, "a contrabando", a ilustração de embarcação viking, com a vinculação "ideológica" ao fato de o lourinho [da estória sobre Manoel Calafate] ser marinheiro... (*risos*)

 

 

 

Manoel Calafate
por Agnello Bittencourt
"Era um caboclo velho, semi-índio, presumivelmente de 60 anos, em 1900. Baixo, forte, além de pescador, adotou a profissão de calafate. Daí o seu apelido. No Aiapuá, tinha seu barracão na enseada do Calafate, onde viviam seus filhos e netos. De quando em vez, realizava uma ladainha, que acabava em danças a noite inteira. As festas de Santo Antônio e São João, na casa de Calafate, marcavam época para a arraia miúda do lago. Os tamborins e os caracaxás [RECO-RECOS], com os tiros de ronqueira, denotavam a alegria e a animação, durante uma semana e mais.
Manoel Calafate contava-me histórias de onças e cobras grandes, indicando a moradia destas últimas, tudo numa linguagem de homem supersticioso e analfabeto. Lourenço Mello narrou-me o seguinte episódio da vida desses seu freguês. Disse-me o negociante que em sua coberta de regatão chamada 'Cacilda', que fazia o circuito dos lugares próximos, andava um empregado de origem alemã, rapaz louro e esbelto. Uma noite, altas horas, aparece-lhe, na embarcação, Manoel Calafate acompanhado de uma das filhas solteiras, para entregá-la ao alemão. Este recusa a oferta e queixa-se, no dia seguinte, ao patrão, antes que alguém fosse envenenar a tentativa. Lourenço Mello manda chamar o ofertante e exproba-lhe o procedimento .Calafate procura justificar-se, dizendo: ' Patrão, o Senhor me desculpe, eu quero a raça desse homem' . O esforço pela seleção e a prática da vaidade não são privilégios dos civilizados. O caboclo-índio queria ter um neto louro e esbelto!
Um outro acontecimento que se deu na vida semi-selvagem do Calafate foi a seguinte: um rapaz de nome Cabano, empregado na casa comercial de Lourenço Mello, transportando-se entre dois barracões de seringais muito distantes, transvia-se de uma vereda que lhe era muito conhecida, disse ele, atraído por 'voz humana'. E levou 19 dias vagando na floresta, apesar de todos os esforços postos em ação para encontrá-lo. Ao décimo quinto dia da peregrinação, Cabano chega à margem de um grande igarapé, para ele desconhecido, e ouve o rumor de uma canoa que se aproxima. Era Manoel Calafate à proa de sua montaria [CANOA], em exercício de pesca. Que alegria imensa para aquele homem que se considerava perdido! Momento de salvação. Chama o velho que tanto conhecia, mas esse mete o remo (rema forte e apressado) e foge.
Quando Cabano foi encontrado, conta o episódio e queixa-se amargamente da maldade que sofrera. Estaria mentalmente perturbado em consequência do seu enfraquecimento? Não o indicava. É, então, chamado para dar explicações o velho Calafate, que não nega sua atitude, dizendo : 'Por ali não mora ninguém .Eu pensei que fosse o Curupira. Nem olhei. Afastei-me' [pp. 43 - 44].
 
 
INSTRUMENTO DE PERCUSSÃO DENOMINADO CARACAXÁ
(reco-reco)
(Direitos de Autor da imagem: www.percussionista.com.br;
reprodução, sem fins comerciais, para ilustração didática
de texto sobre história do povoamento do Rio Purus
 
 
 
"Joaquim Nascimento
 Acudia por Joaquim Ceará, não obstante ser amazonense. Encontrei-o no Aiapuá, vivendo com a família em uma barra situada no campo da Casa Grande. Servi de padrinho a uma de suas filhas, de nome Tertunilla (Tetuca).
Joaquim Ceará pescava e extraía produtos naturais, tais como castanha e borracha que vendia ao barração 'Santo Antônio'. Era um homem bom e trabalhador. Contava-me sua vida de rapaz. Dissera-me que foi criado em casa do Major Manoel Antônio Lessa, em Manaus, ao serviço da esposa deste, Dª. Mariquinhas. Revelou-me que era muito falador e indiscreto. Comunicava a toda gente o que via e ouvia. Daí resultou, um dia, um sururu medonho, na família, sendo Joaquim, entao de 17 anos, jogado na Flotilha de Guerra. Foi ter ao Rio de Janeiro, onde esteve cerca de dois anos, sendo escolhido para fazer parte da guarnição do navio-escola em que o Almirante Eduardo Wanderkolk deu volta ao Mundo, em viagem de instrução, a guardas-marinha (1889).
Joaquim Ceará lembrou as proezas da marinhagem no porto de Cantão, na China, acentuando que a polícia daquele país distante não conseguira prender um só dos desordeiros, pois, no momento nevrágico, todos lançaram-se à água, na escuridão da noite, e foram ter ao 'Almirante Barroso'. Fui algumas vezes à sua casa, para ouvir episódios dessa viagem, que se acha tão bem descrita em livro publicado por Waldenkolk. Joaquim Nascimento, homem ignorante, faleceu em Aiapuá, deixando boa tradição de trabalho e honestidade. Dera a volta ao Mundo, mas não soubera contornar, como contornara os Continentes, a obscuridade em que viveu e desapareceu" [pp. 44 - 45].
 
 
 

 

 

 

 

 

 

  

 

O ARTESÃO JOSÉ ALCÂNTARA

TRABALHANDO (Manaus)

(SÓ A FOTO, sem a legenda acima apresentada:

http://www.operahouse.com.br/jalcantara/biografia.htm,

com o detalhe de que ele não derruba árvores para

esculpir seus animais: apenas madeira naturalmente

desabada, na natureza, é aproveitada pelo Mestre

dos bichos da Amazônia)

 

 
"Carlos Fleury da Silva Brabo
Quando aportei ao Aiapuá, pela primeira vez, lá encontrei o Sr. Carlos Fleury. Seu pai era um negociante qu agia no baixo Purus, tendo sua casa comercial em Codajás, segundo me informaram. Moço, poderia ter 25 anos, morava, com a família, à margem esquerda do igarapé Santo Antônio. Fleury era um homem alentado: gordo, alto, moreno. Natural do Amazonas, fora educado na Bahia, onde fez o curso primário. Sua caligrafia provocava inveja. Trabalhava como guarda-livros da firma Lourenço Nicolau de Mello, cuja função desempenhava com pontualidade e completa limpeza. Carlos Freury conservava as atitudes de um fidalgo, as quais destoavam, por certo, naquele ambiente de desprendimento de hábitos e costumes. Sempre calçado e procurando falar uma linguagem correta, nunca o vi com a roupa enxovalhada. Era inegavelmente um homem educado. Em sua casa, que não passava de um barracão de palha, tudo estava em ordem e asseio. Não dava reuniões, não fazia ladainhas, como seus vizinhos, mas recebia gentilmente quantos o visitassem.
Um dia, deu-se um fato alarmante de que o guarda-livos ia sendo vítima, no Escritório em que trabalhava em uma sala da Casa Grande. Tal foi: um rapaz, num compatimento contíguo, limpava um rifle, que tinha uma bala encravada. Em dado momento, há uma deflagração, roçando o projetil a orelha direita de Fleury, indo alojar-se no alizar de uma porta. Que susto, que alarme! Durante três dias, após este acontecimento, o guarda-livros não conseguia realizar uma soma, tão grande o seu choque nervoso.
Quando fui transferido da escola de Aiapuá para uma de Manaus, Fleury foi o meu substituto, deixando o seu posto no comércio. No afã de ensinar, levou alguns anos, até quando o Governo do estado deixou de pagar aos seus funcionários. Chefiando um grupo de extratores de castanha, fez-se aviado de Dª. Felicidade Mello ou, melhor, da firma comercial do seu finado marido. Velho já, alquebrado, faleceu há cerca de vinte anos [APROX. EM 1929: O LIVRO FOI ESCRITO EM 1949], deixando um filho, Pedro Fleury, que foi comandante de barcos da nossa flotilha fluvial, hoje igualmente falecido. Deixou tradição de honradez e boa maneiras [pp. 42- 43]". (AGNELLO BITTENCOURT)
 
Trechos extraídos de Reminiscências do Ayapuá (Rio de Janeiro: edição do Autor, 1966).
 
Neste mesmo Entre-textos, estória de caboclo anteriomente divulgada:
 
 
 
 
 

 

 

 
 
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UMA PIADA DE MARINHEIRO LOURO,
CONTADA EM PORTUGAL
 
"Segunda-feira, 3 de agosto de 2009 

A História do Marinheiro ... Loiro !! 



O marinheiro era loiro, casado com uma filha de alemães, tão Loira quanto ele e, por isso mesmo, ficou um tanto surpreso ao voltar para casa e descobrir que, durante a sua ausência, sua mulher dera à luz um [bebé] mulato.

- É muito simples - explicou a mulher. Como eu não tinha leite suficiente, o bebé teve de ser amamentado por uma preta. Ele nasceu branco mas, pouco a pouco, foi escurecendo e acabou assim.

O marido ficou desconfiado e resolveu perguntar à mãe se ela achava possível uma história dessas.

- Claro que é possível, aconteceu a mesma coisa connosco. Como eu também não tinha leite, tu foste amamentado por uma vaca. É por isso que ficaste com os cornos desse tamanho".

 
 
(por D.L.,
 
http://bloogle-humoristico.blogspot.com/2009/08/historia-do-marinheiro-loiro.html,
 
ANEDOTA ILUSTRADA COM A FOTO DO JOVEM LOURO NO INÍCIO REPRODUZIDA)
 
 
 
 
 
 
 
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O MAGO DO DESENHO ANIMADO WALT DISNEY,

um Esopo do século XX, representado na capa da

revista Time: sua equipe de cinegrafistas, artistas e cientistas

já havia rodado um documentário sobre vida selvagem da

Amazônia

(SÓ A REPRODUÇÃO DA CAPA DE EDIÇÃO DA TIME,

SEM A LEGENDA LIDA LOGO ACIMA:

http://disneyandmore.blogspot.com/2008/12/walt-disneys-birthday-tribute.html)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(http://www.iplay.com.br/Imagens/Divertidas/?Jennifer_Lopez_usando_roupas_ousadas_para_propaganda_publicitaria+6626&Grupo=10,

onde se pode ler:

"Jennifer Lynn Lopez (nascida em 24 de Julho de 1969), popularmente apelidada de J.Lo, é uma atriz estadunidense, cantora, compositora, produtora musical, dançarina, estilista e produtora de televisão. Ela é a pessoa descendente de latinoamericano mais rica em Hollywood de acordo com a Forbes, e a artista hispânica mais influente da América de acordo com a lista dos ' 100 Hispânicos Mais Influentes' da People en Español".)


 

 EM SUA VISITA A MANAUS, CONHEÇA, NUM DOMINGO, NA FEIRINHA DA AVENIDA EDUARDO RIBEIRO

(a mais importante artéria da capital baré fica fechada, para que ali funcione aquele comércio

regional!), O ESTANDE DA FIRMA BISCOITO REGIONAL FAZENDA AYAPUÁ, de meu estimado

primo Leonir Mello e família, E PROVE OS FINOS BISCOITOS E LICORES CUJAS

MATÉRIAS-PRIMAS TERÃO VINDO DIRETAMENTE DO MARAVILHOSO LAGO DO AYAPUÁ!

 

 

 

"Green Obsession, Amacort e Fazenda Ayapuá...
 

 
Data de Exibição: 13-11-2007

 

Conheça no Amazon Shop desta semana as bolsas, sandálias e acessórios feitos com juta e couro de peixe da Green Obsession. São peças únicas produzidas sob medida para você que busca qualidade e elegância.

É também do couro de peixe que são fabricadas as confecções da AMACORT.Nesta cooperativa você irá encontrar os designs diferenciados produzidos pelo estilista Oziel.Roupas com o fino acabamento que a Amazônia pode oferecer.

Aprecie os sabores do Amazonas através dos bombons, biscoitos e licores da Fazenda Ayapuá. Deguste desses prazeres que a região norte pode oferecer.

Contatos:

Green Obsession
Tel: 092 3635 0845

Amacort
Tel: 092 3237 5561

Fazenda Ayapuá
Tel: 092 3641-2057 / 3221 4338"

 (http://portalamazonia.locaweb.com.br/sites/amazonshop/noticia.php?idN=8237)

 

 

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(também) CAPTADAS EM 1921, NOS LAGOS DO AYAPUÁ E DO PIRAIAUARA?

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DE SUA CASA, O FILME O cineasta da selva (DIREÇÃO: AURÉLIO MICHILES),

COM  JOSÉ DE ABREU E DENISE FRAGA INTERPRETANDO, RESPECTIVAMENTE, 

PIONEIRO DO CINEMA NO AMAZONAS E SUA SENHORA,

Dª. ANITA (ANNA MARIA SCHERMULY SANTOS) , LANÇADO EM 1997 (BRASIL).