Animais na heráldica (I) 

Na heráldica ou armaria, a arte dos brasões, bichos também têm vez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasão da Freguesia de Santo Antão - Portugal

(http://www.fisicohomepage.hpg.ig.com.br/cht-santoantao.htm)

 

  

                 Para o  amigo programador visual e ex-guitarrista Frank Fragoso Wyllie, amigo, e

                                                                          ao professor Morin                                                                         

                                                                

"(...) é necessário destacar que a heráldica foi o berço inicial de todas as MARCAS e logotipos que infestam o mundo hoje em dia e valem bilhões de dólares. (...)"

                                                            Anibal de Almeida Fernandes 

18.11.2009 - O totemismo segue seu curso, resistindo às grandes transformações históricas, em nomes próprios, brasões, marcas de fábrica, selos, timbres, carimbos, medalhas, ex libris e até em marcas e logotipos pessoais. Como ele também se transforma, por vezes seus vestígios são residuais. Mas não é difícil que o totemismo reapareça de forma menos secreta. Bichos... vários. Muitos, até. E, como se estivessem soltos na natureza, eles se proliferam. Acho que se encontram na calada da noite.

Vale a pena conferir o zoofenômeno, na heráldica, um mundo de signos visuais, onde palavras podem entrar, mas não são os elementos principais. Principal, no brasão de armas, é o desenho. E a moldura, que é o escudo, um limite de "quadro".

Pois é o pesquisador Anibal de Almeida Fernandes, em Heráldica: origens, símbolos, desenhos e sua presença no séc. XXI (fev. /2007), quem esclarece, nesse campo antropossociossemiótico (o "palavrão" não foi utilizado por ele, Almeida Fernandes, havendo a necessidade da menção, por honestidade científica, à biossocioantropologia de E. Morin [Cf. O enigma do homem, desse pensador francês]) - e, com desenhos de bichos, zooantropossociossemiótico -, que os animais mais usados são:

"(...) ►►O leão é o animal mais usado, e importante, ele é o 1o registro heráldico histórico, aparecendo no escudo de Geoffrey Plantageneta em 1127. Entre os 195 escudos relacionados no Herald’s Roll, do sec. XIII, aparecem 43 leões, 3 águias, 3 peixes, 1 urso, 1 coruja, 1 grifo e 1 cegonha. Os dois primeiros reis ingleses a usarem a heráldica foram Ricardo Coração de Leão, fal. 1199, e William I, o Leão da Escócia, fal. 1214, e ambos têm leões em seus brasões.

O 1o grande Selo Real é de Ricardo da Inglaterra que é registrado historicamente em 1189 com 1 leão como arma, em 1195 aparece outro selo real com 3 leões. No séc. XIII começam as regras para normalizar as armas armoriais nos brasões, expl: o leão tem que estar sobre 2 patas e a cabeça de perfil, porém houve um problema com os leões do brasão real inglês que estão sobre 4 patas e com a cara para a frente e foram, por isso, batizados de leopardos da Inglaterra. Porém, no séc. XV, os reis de armas concluíram que o leopardo se origina do cruzamento adúltero do leão com o pardo, (provavelmente um cheetah), e, portanto não é digno/condizente para o rei da Inglaterra usar 3 bastardos em seu brasão e, por isso, os leões da Inglaterra passam a ser chamados de leões em guarda, para distingui-los dos leões sobre 2 patas.
►►A águia (pg 30) é a mais importante das aves, é muito usada na Idade Média e tem nos céus a mesma importância que o leão tem na terra.
►►O golfinho (igual ao delfim=pg 101), era muito usado e sua importância nos mares, equivale à do leão em terra e à da águia no céu. Guarnece o brasão do herdeiro do trono francês, o Delfim de França.
Outros animais:
Em 1510 aparece no brasão de Robert Lord um tragopam, pg 36 que é um pássaro himalaio que apresenta uns pequenos chifres, e não se tem idéia do porque de tal excentricidade??? em pleno séc. XVI.
As serpentes pg 36 aparecem na heráldica da época Tudor, porém outros répteis são raríssimos.
Em 1552 aparece um peru, pg 37 adornando o elmo do brasão de Robert Cooke of Midham. Nota: o peru veio da América para a Europa com os espanhóis e, para a Inglaterra com Catarina de Aragão.
Em 1591 aparece no brasão de John Brown of Spexall uma ave do paraíso, pg 37 e ela é desenhada sem pernas (pois voava eternamente .... daí, paraíso).
A pantera aparece no brasão de Jane Seymour 3a mulher de Henrique VIII, morta em 1537, pg 75.
O tigre pg 69.
O castor pg 32 que reza a lenda que, quando perseguido, se castra a si próprio com seus dentes (parecendo saber que os seus testículos são muito valorizados para o tratamento médico).
O elefante, pg 81 freqüentemente com um castelo nas costas.
Os insetos, aracnídeos e crustáceos, foram de uso muito limitado na época medieval e no período Tudor, com algum destaque para: o gafanhoto (pg 43) e o besouro (pg 43).
Os camaleões (pg 41) e os sapos (pg 42) esses, sempre de perfil ou de frente. Uma questão intrigante sobre sapos como arma armorial é o brasão do rei Faramundo, ancestral dos reis merovíngeos (ele é considerado bisavô de Clovis Meroveu, séc V d.C., fundador da 1a Dinastia real de França), que mostra 3 sapos em um campo negro pg 31. A dinastia merovíngea dá muita importância aos sapos dando-lhes qualidades místicas e vem dessa época as histórias de fadas com o sapo virando um príncipe no final. Vem daí, também, o costume dos flamengos na guerra dos 100 anos, chamarem os franceses de froggy, (sapo). Aqui se pode intuir uma possibilidade histórica, pois como o sapo vive nos rios, entre as Íris aquáticas, pode haver nisso uma explicação para a evolução do sapo do brasão de Faramundo, para as flores de lis do brasão real de Luiz VII de França, da 3a Dinastia Real de França, 700 anos depois (item 10).
O cavalo pg 112 aparece muito raramente na heráldica, pois era considerado um animal subserviente e, portanto, sem nenhum apelo de bravura.
O macaco pg 92.
O antílope pg 68.
O arminho, pequeno rato da Armênia, (branco com a cauda negra) é muito usado desde o início da heráldica no séc. XII, principalmente na Bretanha.
O veiro (vair) é um gato africano, cinza azulado, com a pele usada nos mantos reais, e muito usado na heráldica a partir do séc. XII e aqui cabe uma nota de amplo interesse:
“houve um erro na tradução da antiga história da Cinderela e os seus famosos sapatos de Vair (pele de veiro) foram erroneamente traduzidos por Verre (vidro) e se consagrou esse erro grosseiro, como os famosos sapatinhos de cristal !!’
Nos séc. XVI, XVII, XVIII, as armas armoriais são muito convencionais, usa-se muito o lobo, o urso e o falcão. A raposa, por ser pouco nobre em suas qualidades, quase não é usada.
No séc. XX aparecem o salmão, a truta, o peixe papagaio, o peixe voador e o peixe sol.
O escorpião é muito usado no séc XX. A aranha está ausente das armas armoriais, apesar de fazer uma correspondência com o nome de família Web ou Webber (...)".
 
 
 
 
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(http://alpalhaoonline.no.sapo.pt/paginas/monumentos.htm)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

(http://www.cm-pesoregua.pt/index.asp?idedicao=51&idSeccao=799&Action=seccao)

  

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O brasão do município de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil

(http://www.cantagalo.rj.gov.br/simbolos/)

 

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HERÁLDICA TAMBÉM É ENTRETENIMENTO - Criação lúdica de brasões: "Quem disse que arte heráldica serve apenas para fins sérios? Crie seu próprio brasão pelo simples prazer de ter um. Pura diversão!". (http://www.atelierheraldico.com.br/);

PESQUISAS GENEALÓGICAS - Conhecendo mais detidamente as suas origens: joseafonsosil@bol.com.br. (Mande um e-mail perguntando sobre sua família ou visite os sites sobre genealogia);

SIMULAÇÃO LÚDICA DE "PAÍSES" - Seja você também um criador de estados fictícios ("micronações"): http://pt.micronations.wikia.com/wiki/Micronacionalismo;

 

E leia, de Luiz Gintner, Em busca de Liliput – Uma visão geral e curiosa dos menores países do mundo (Rio de Janeiro: Litteris Editora, 1997). E-mail do autor: bibliogintner@gmail.com.

 

 

 

 

  

 

  

O PESQUISADOR LUIZ GINTNER MOSTRA SEU LIVRO

(http://www1.an.com.br/1999/out/20/0tur.htm)

RESENHA DO LIVRO DE GINTNER:

"

RICO E FAMOSO

 



 

Vaticano é um dos micropaíses mais conhecidos e visitados do planeta, ao contrário de outros lugares sequer imaginados 

 

 

Os menores países do mundo

 

 
Escritor catarinense conta a história de 250 nações pequenas e produz um inusitado guia de viagens 

Paula Rigonatti
Agência Estado 

São Paulo - Um país com apenas quatro habitantes. Sim, ele existe, chama-se Sealand, e fica entre a França e a Inglaterra. Assim como este, há cerca de 250 micropaíses espalhados pelo mundo. Lugares pitorescos e ótimas opções não só para curiosos, como também para quem está em busca de grandes aventuras em lugares realmente diferentes.

A história de 250 micropaíses foi contada pelo escritor Luiz José Gintner, no livro "Em Busca de Liliput". A obra (Litteris Editora, 304 páginas), resultado de 20 anos de pesquisas, já está na sua segunda edição e é um verdadeiro guia de viagens além de um manual sobre história.

O autor reuniu dados sobre o presente e o passado desses países, todos com menos de mil quilômetros quadrados. O local de nascimento do autor foi sua maior fonte de inspiração. É a catarinense Treze Tílias, povoada por uma "comunidade fechada", de origem austríaca, que vivia como um micropaís. "Tínhamos nosso próprio dinheiro, nossa língua, mantínhamos o folclore, tudo conservado", lembra o escritor.

Depois de adulto, o interesse pelo assunto foi crescendo. "Fui trabalhar em uma livraria e lá comecei minhas pesquisas, que duraram 20 anos", diz. "Busquei em livros, jornais, revistas, enciclopédias antigas, tudo o que pudesse me trazer informações sobre esses lugares. Alguns deles, na Europa, cheguei a conhecer pessoalmente."

Nem mesmo o escritor esperava pela grande repercussão que suas pesquisas tiveram. "Algumas pessoas me desaconselhavam escrever a obra. Diziam que ninguém se interessaria. E não é que virou um sucesso!", brinca.

 

Gulliver e Hong Kong

 

"Em Busca de Liliput" é uma homenagem ao desenho animado Gulliver, um aventureiro que acaba perdido em um micropaís (Liliput), onde os habitantes são todos do tamanho de seu polegar. "Assim como Liliput tinha suas histórias e curiosidades, outros micropaíses são tão ou mais interessantes. Com uma vantagem: eles existem de verdade", diz Gintner. A narrativa de Gintner também traz micropaíses brasileiros, como o antigo Principado da Ilha de Trindade, Fernando de Noronha, a Ilha de Santa Catarina, Canudos, Palmares, Baía da Tradição e até a Base do Comandante Ferraz, na Antártida.

Dentre todos os micropaíses pesquisados e relatados no livro "Em Busca de Liliput", Gintner ressalva que o micropaís que mais deu trabalho foi Hong Kong. "O livro já estava pronto, só faltava enviar para gráfica", lembra. "Mas como estava nos dias do famoso 'Handover', tive que esperar até o último minuto para incluir as derradeiras informações sobre a volta do território para a China."

PERSISTÊNCIA
Catarinense de Treze Tílias, Gintner pesquisou durante 20 anos
Foto: Osvaldo Nocetti 3/6/99

 

 

Sealand, entre Inglaterra e França, tem 4 moradores

 

Dentre as várias histórias, Gintner conta sobre Sealand, reconhecido pelo Guiness Book (o livro dos recordes) como o menor país do mundo. "Sealand tem todas as condições de ser um país. Fica numa plataforma, no mar internacional, entre a França e a Inglaterra", narra.

Os quatro habitantes do micropaís são de uma mesma família: rei, rainha, príncipe e princesa. O País é composto por quatro quartos e um heliporto. "Eles não têm súditos, possuem moeda, bandeira, hino e selo próprios", acrescenta Gintner. O autor ainda revela que a Itália é um grande celeiro de micropaíses. "São lugares muito interessantes e que ninguém ainda tinha falado sobre eles", argumenta.

A narração de "Em Busca de Liliput" é uma grande sugestão de viagem. Gintner teve o cuidado de especificar cada detalhe dos locais pesquisados, se utilizando de documentos e fotos. Teve também o apoio das autoridades de alguns micropaíses que lhe enviaram materiais preciosos para compor seu trabalho. "Existem lugares nesse mundo que sequer imaginamos", orgulha-se.

Todo esse trabalho de pesquisa rendeu ao escritor dois prêmios: o de destaque da Bienal do Rio de Janeiro, este ano, e o de Personalidade Cultural da União Brasileira dos Escritores da Academia Brasileira de Letras. "Um livro que muitos não botavam fé acabou me rendendo estes prêmios. Fico muito feliz em saber que as pessoas se interessam por esse assunto tanto quanto eu", comemora. Além dos dados curiosos, o livro permite uma leitura bem agradável. (PR)

As divisões dos micropaíses

Os micropaíses ou a micropatriologia (estudo de micropaíses) descritos por Luiz José Gintner são divididos em nove categorias

  • Os independentes, reconhecidos mundialmente
    Exemplos: Andorra, Liechtenstein, Mônaco, Barbados, Nauru
     
  • Os semi-independentes
    Exemplos: Ilha de Man, Jersey, Guernsey, Mustang, Aruba, Ilhas Cook
     
  • Antigos ou efêmeros
    Exemplos: Principado de Elba, Cidades-livres
     
  • Unidades políticas dependente
    Exemplos: Cayman, Gibraltar
     
  • Especulativos
    Exemplos: Sealand, Oceana, República de Minerva do Sul
     
  • Da Lenda e da Mitologia ou Fantasia
    Exemplos: Liliput, Utopia
     
  • Enclaves e Exclaves
    Exemplo: Llivia, Jungholz, Samaun
     
  • Micropatriologia do Futuro
    Exemplos: Jerusalém, como uma eventual cidade independente, uma espécie de "Vaticano"; e o ressurgimento de antigos principados, como o de Seborga, Bidache e outros, sem mencionar as possíveis futuras plataformas espaciais e até as grandes bolhas habitáveis no fundo do mar
     
  • Territórios Indígenas com relativa independência
    Exemplos: Salibia, Isleta, Ilhas de San Blas". (http://www1.an.com.br/1999/out/20/0tur.htm)

 

 

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ANABB PRESTIGIA LANÇAMENTO DE LIVRO DO ESCRITOR AMAZONENSE FRANCISCO VASCONCELOS

 

O que é a ANABB:

A ANABB [ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL] defende os interesses dos funcionários do Banco do Brasil, da ativa ou aposentados. Na sede da ANABB-Brasília, na Asa Sul, foi lançado, em 26.11.2008, no Espaço Cultural da ANABB, o livro O menino e o velho, de Francisco Vasconcelos (escritor e ex-funcionário do Banco do Brasil), fato que demonstra o interesse da ANABB na promoção de relevantes atividades culturais - apoio ao lançamento de livro, nesse caso - relacionadas com as expressões científicas, filosóficas e artísticas do Brasil. Ponto positivo para a ANABB!

 

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Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil - ANABB

 

Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil
Tipo Entidade pluralista, sem fins lucrativos
Fundação 20 de fevereiro de 1986, em Brasília
Sede Brasília
Presidente Valmir Camilo
Produtos ANABBPrev, OdontoANABB, Coop-ANABB, Seguros, Assessoria Jurídica, Convênios, Ações estratégicas, Comunicação, Assessoria Parlamentar, ANABB Cidadania
Website www.anabb.org.br

A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) é uma entidade pluralista, sem fins lucrativos, que tem como bandeira principal a representatividade. O corpo social da entidade é formado por mais de 100 mil associados, o que leva a associação ao posto de maior instituição de uma única classe de trabalhadores da América Latina e uma das maiores do mundo.

A ANABB foi fundada em 20 de fevereiro de 1986. Naquela época, o cenário era de luta por mudanças que fizeram funcionários do Banco do Brasil mobilizarem-se em torno da criação de uma entidade que defendesse o Banco e os interesses e direitos do funcionalismo.

Finalidades

I - zelar pela integridade do Banco do Brasil, tendo como fundamento a valorização de seus recursos humanos;
II - constituir-se canal de comunicação entre associados, órgãos públicos, entidades de classe, administração e funcionalismo do Banco do Brasil e outros segmentos organizados da sociedade;
III - preservar e difundir os valores positivos da cultura e os objetivos permanentes do Banco do Brasil, como patrimônio nacional; estimular o aprimoramento da consciência ética e da responsabilidade do funcionalismo perante a comunidade nacional;
IV - propugnar pelos legítimos interesses dos associados e dos de suas instituições e representá-los sobretudo junto ao Banco do Brasil, em ação isolada, conjunta ou complementar aos meios institucionais;
V - promover a integração harmoniosa entre os interesses da sociedade e as atividades do Banco do Brasil, exercendo papel crítico de seu desempenho;
VI - estimular a geração de idéias que possibilitem constante revisão da estratégia presente e futura da atuação do Banco do Brasil e incentivar a divulgação do pensamento resultante;
VII - atuar junto ao Congresso Nacional, órgãos governamentais, autoridades, lideranças políticas, formadores de opinião, imprensa e a sociedade em geral, em defesa do Banco do Brasil e de seus funcionários;
VIII - promover ações e eventos que contribuam para o exercício da cidadania e para responsabilidade socioambiental dos associados e das comunidades nas quais atua;
IX - promover ações, programas e empreendimentos que possibilitem melhor qualidade de vida aos associados, podendo, para isso, instituir planos de saúde (médico e odontológico), planos habitacionais, planos previdenciários, criar institutos vinculados às questões de cidadania e firmar parcerias;
X - representar seus associados, judicial e extrajudicialmente, na forma do art. 5º, item XXI, da Constituição Federal, respeitada a competência sindical prevista nos incisos III e Vl do art. 8º do referido texto;
XI - prestar defesa, de qualquer natureza, aos associados, em juízo ou fora dele, em especial aos direitos inerentes à defesa do consumidor, nos termos do art. 82 do Código de Defesa do Consumidor e do art. 5º, inciso II, da Lei no 7.347/1985.

Composição

O poder máximo da entidade encontra-se nas mãos do Corpo Social, constituído por todos os associados da ANABB. As diretrizes estratégicas de atuação da entidade são estabelecidas pelos 21 membros do Conselho Deliberativo, eleitos pelo corpo social, com mandato de quatro anos. O Conselho Fiscal, também eleito pelos associados e composto por três membros, é responsável pela fiscalização dos registros contábeis, pelo cumprimento do planejamento orçamentário e pela emissão de pareceres sobre relatórios financeiros, balancetes mensais e balanços anuais.

Para executar os projetos da Associação, a ANABB conta com uma Diretoria Executiva, escolhida entre os conselheiros deliberativos eleitos, formada por um presidente; um vice-presidente Administrativo e Financeiro; um vice-presidente de Comunicação; um vice-presidente de Relações Funcionais, e uma vice-presidente de Relações Institucionais.

A Diretoria Executiva recebe assessoramento de diretores estaduais nas unidades da federação e de representantes locais nas dependências do Banco do Brasil. Os diretores estaduais e os representantes locais também são eleitos pelo corpo social.

Produtos e Serviços

A ANABB construiu uma história de comprometimento com o funcionalismo do Banco do Brasil, em mais de duas décadas de existência. Em favor dos associados, desenvolveu produtos e serviços que geram uma série de benefícios. São eles:

ANABBPrev – Plano de Previdência

A ANABBPrev é um fundo de pensão multipatrocinado que está inserido na previdência associativa e não possui fins lucrativos. O plano não possui um patrocinador, mas sim um instituidor, que é a ANABB. Criado em dezembro de 2008, o plano de previdência é um sucesso e, desde o lançamento, bateu todos os recordes. Nenhum plano de previdência associativa no Brasil recebeu tantas adesões em um curto período de tempo como a ANABBPrev.

OdontoANABB – Plano Odontológico

Um plano odontológico sem custo adicional para o associado. Assim é o OdontoANABB. Também é possível incluir dependentes, inclusive filhos solteiros de qualquer idade por baixo custo.

Coop-ANABB – Cooperativa Habitacional

Coop-ANABB foi criada em abril de 2003 para possibilitar a seus cooperados a aquisição segura de um imóvel de boa qualidade, com facilidade de pagamento e a preço mais acessível que os cobrados pelo mercado imobiliário convencional. Além do financiamento de imóveis em construção, a COOP-ANABB oferece a seus cooperados a oportunidade de adquirir a casa própria por meio do consórcio imobiliário Fecob.

Seguros

A ANABB garante aos associados, gratuitamente, o Seguro Decesso Automático, que oferece assistência em caso de óbito do associado, cônjuge e filhos. A cobertura é de R$ 3 mil. O associado pode ainda receber esse seguro em vida com o Prêmio Pontualidade. O associado que desejar aumentar a cobertura pode ampliar o seguro com a aquisição do Decesso Complementar ou Complementar Master. Os segurados das duas modalidades também concorrem ao valor da apólice em um sorteio mensal.

Assessoria Jurídica

A entidade está atenta a todas as questões ligadas ao funcionalismo e não mede esforços para resolvê-las. Prova disso, são as ações judiciais em que a ANABB fez valer o direito dos associados. São diversas modalidades de ações (coletivas e individuais) que tramitam na justiça. A primeira ação impetrada pela ANABB em favor dos associados foi em 1986, o ano de fundação. Desde então, já foram pagos pela justiça cerca de R$ 1,2 bilhão em ações judiciais aos associados representados pela entidade.

Convênios

Associado da ANABB tem direito a descontos e grandes oportunidades de negócios por meio dos convênios. São inúmeros produtos e serviços oferecidos por uma rede que abrange todo o Brasil – os convênios são locais, estaduais e nacionais. Essa é uma parceria entre a Associação e entidades comerciais, prestadores de serviços e profissionais que já rendeu mais de 1.200 convênios. A rede de convênios ANABB inclui faculdades e demais instituições de ensino, hotéis, academias, salões de beleza e estética, locação de carros, consultorias, farmácias, lojas de roupas, produtos para festas, decoração, escolas de idiomas e muito mais.

Ações estratégicas

A ANABB não mede esforços para resolver problemas de interesse do funcionalismo. Por isso, são desenvolvidas ações estratégicas para viabilizar e melhorar constantemente a prestação de serviços aos associados, por exemplo: encomenda pesquisas, estudos detalhados, convoca reuniões com outras entidades, organiza encontros e entrevistas.

Comunicação

Todos os assuntos que dizem respeito ao funcionalismo do Banco do Brasil, às entidades ligadas ao BB e de interesse dos associados têm espaço garantido nos meios de comunicação da ANABB. Informação de qualidade é encontrada no Jornal Ação, Ação Online, clipping eletrônico e no site www.anabb.org.br.

Assessoria Parlamentar

Todas as questões de interesse do funcionalismo do BB no Congresso Nacional são acompanhadas de perto pela ANABB. A entidade também busca alianças políticas e articula-se com autoridades, dentro e fora do BB, para influir favoravelmente nas decisões que afetam o funcionalismo.

ANABB Cidadania

A ANABB sempre se preocupou em por em prática o conceito de responsabilidade social em suas administrações. O primeiro trabalho foi em 1993, com uma parceria com a “Ação da cidadania contra a fome, a miséria e pela vida.”, dirigida pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. O programa ANABB Cidadania está ao alcance de todos e tem o intuito de incentivar os funcionários do BB a participarem de ações sociais, com a destinação de recursos que os comitês possam contribuir para o desenvolvimento das comunidades menos assistidas. 

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A MARCA DA ANABB 

 

 

 

 

 

 

   

O LOGO ACIMA ESTÁ REPRODUZIDO,

NA WEB, EM: http://www.instcidade.org.br/wpg/wpg.php?mod=INT&s=3 

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REPRODUÇÃO DA CAPA DO

LIVRO DE FRANCISCO VASCONCELOS,

LANÇADO EM 2008, NA ANABB - Brasília

(http://www.anabb.org.br/mostraPagina.asp?codServico=308