Dilson Lages Monteiro Segunda-feira, 06 de fevereiro de 2012
Tamanho da letra A +A

Guilherme de Almeida

Guilherme de Almeida

 

Eu já quis ser, no ardor da minha vida antiga,
Cid Campeador, Roldão, Perceval, Dom Quixote!
Já quis, do alto de um sonho e dentro da loriga,
ver o mundo através das frestas do barbote...

Sobre um urco alazão, que o xairel de aço abriga,
quantas vezes, entregue ao corcovear do trote,
julguei sentir, na confusão da horda inimiga,
ranger a arma de Islam na tarja do mangote!

Mas meu arnês foi um gibão de veludilho;
minha arma, uma guitarra ardente e apaixonada
e meu grito de guerra, um trêmulo estribilho...

Porque eu nada mais fui que um pobre trovador,
que andou cantando o sol de uma fronte dourada,
pelo castelo no ar de um derradeiro amor!

 

Compartilhar em redes sociais


Dicionário de Escritores Entretextos Editora On-line
Entretextos Acadêmico
Rádio Entretextos

Twitter

Carregando...
Últimas

08.07.2010 - Numa livraria perto de você em Teresina

Compre seu exemplar

28.06.2010 - Zemaria Pinto

Me desculpem a sinceridade e a intimidade com a gramática,

09.06.2010 - Wittgesntein

Wittgesntein: A impossibilidade de uma 'Linguagem Privada'

08.05.2010 - Gramática do Português Brasileiro, de Mário Perini

Lançamento

24.04.2010 - Janelas da arquitetura piauiense

Amarante

13.04.2010 - O anum do azar

Joseli Lima Magalhães

Listar mais

LABORATÓRIO DE REDAÇÃO PROF. DÍLSON LAGES
Baloon Center, Av. Pedro Almeida nº 60, Loja 21 (segundo piso) - São Cristóvão - Teresina - Piauí - Fone (86) 3233 9444
e-mail: dilsonlages[@]uol.com.br