| A construção poética do espaço urbano da capital alagoana | |
O presente trabalho objetiva mostrar os resultados parciais da pesquisa Narrativas alagoanas em foco: oficinas de leitura/análise literária das obras sob o olhar dos estudos de Literatura e Sociedade, vinculada ao Núcleo de Pesquisa em Literatura –NUPEL/Campus V – União dos Palmares/Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL. Neste sentido, é feita uma análise do Romance teoricamente com a vertente da crítica literária denominada, nas palavras de Terry Eagleton (2006), de crítica política. Trocando isso em miúdos, observa-se que o romance em discussão, a partir de sua estrutura interna, dos elementos que lhe conferem literariedade, consegue fazer uma feliz transferência da realidade para o espaço simbólico da arte literária, na medida em que (re)constrói, esteticamente, o espaço urbano da capital alagoana, Maceió. Nesse espaço são pintados personagens que, em suas diferenças sócio-econômicas, reproduzem a história de miséria, patriarcalismo, conservadorismo, hipocrisia e exploração desse Estado brasileiro marcado, historicamente, pelas distorções sócioeconômicas que, há muito vem gerando problemas como: exploração sexual de mulheres, preconceito contra os homossexuais, tortura e a indústria do crime de mando, para melhor definir isso, trazemos uma expressão muito recorrente no romance: “Sindicato da Morte”, espécie de grupo o qual congrega capangas que fornecem proteção e segurança à elite, além de ser usado, também, para eliminar pessoas que a ameaça, como no caso do Homem do balcão. Essas e outras questões, oriundas das contradições sociais do Nordeste brasileiro, reduzidas estruturalmente em solo das Alagoas, fazem de Cobras desse trabalho, fizemos uso de uma metodologia qualitativa e de procedimentos indutivos e descritivointerpretativos além de, nos entremeios do texto, emergirem algumas categorias propostos por Antonio Candido (2004) e (2006), sobremaneira, explicitadas nas discussões em torno da relação Literatura e Subdesenvolvimento.Quanto à categoria espaço, partimos de algumas considerações já sinalizadas a partir do romance em discussão, em pesquisa realizada por Márcio Ferreira da Silva (2002). - 25.12.2012 |
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| Ivan Teixeira analisa O alienista | |
Sob a ótica da caricatura sociocultural e da influência jornalística | |
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| A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento | |
Resumo: que resistem ao impulso convencional de totalizar os elementos projetados pelo texto porque, em vez de organizar rigorosamente os aspectos do real e subordinar as imagens e percepções a uma hierarquia, a utilização dessas técnicas favorece a justaposição de múltiplas perspectivas e a frustração do fechamento narrativo. Dessa forma, o uso da parataxe e da indeterminação no romance O ventre da baleia (1980), de Esdras do Nascimento, e no conto
Palavras-chave: Esdras do Nascimento. Alguns investimentos no gênero conto durante as últimas “Tinnitus” (2002), de Sam Shepard, tende a fragmentar a percepção do leitor e a sugerir diferentes possibilidades de interpretação. | |
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| A poética de Manoel de Barros: uma descrição de uma obra de invenção | |
Resumo: Este trabalho apresentará a poesia de Manoel de Barros, do Livro, a partir da perspectiva da construção das imagens poéticas. A
Palavras-chave: sobre Nada filosofia oriental será mencionada, uma vez que as imagens poéticas de Barros deixam entrever uma visão de mundo característica do oriente: a unidade fundamental de todas as coisas. A imagem será apontada como a fusão dos contrários, que cria a unidade, apreendida no múltiplo. | |
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| A construção da imagem na poesia de Manoel de Barros | |
Resumo: Este trabalho apresentará a poesia de Manoel de Barros, do Livro, a partir da perspectiva da construção das imagens poéticas. A
Palavras-chave: sobre Nada filosofia oriental será mencionada, uma vez que as imagens poéticas de Barros deixam entrever uma visão de mundo característica do oriente: a unidade fundamental de todas as coisas. A imagem será apontada como a fusão dos contrários, que cria a unidade, apreendida no múltiplo. | |
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| A representação da infância na poesia de Manoel de Barros | |
A REPRESENTAÇÃO DA INFÂNCIA NA POESIA DE MANOEL DE BARROS SCOTTON, Maria Tereza - PUC-RJ | |
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| A transposição de Vidas Secas para o cinema | |
Este artigo aborda a obra Vidas, de Graciliano Ramos,Vidas Secas
é uma obra representativa da 2ª Fase do Movimento Modernista, apresentando um retrato fiel da situação de inúmeros nordestinos, fustigados tanto pela seca como pelo descaso estatal, situação que foi transposta para o cinema com grande êxito, devido à sensibilidade de Nelson Pereira dos Santos em retratar a realidade brasileira para o grande público. Palavras-Chave: Modernismo, Cinema, Nordeste, Cinema Novo. Secas destacando-se aspectos relativos à História, bem como aos elementos significativos no tocante à sua transposição para o cinema. O artigo evidencia que o romance | |
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A construção poética do espaço urbano da capital alagoana
Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
A poética de Manoel de Barros: uma descrição de uma obra de invenção
Cada vez mais vejo nos homens a indigência filosófica e sua pouca vergonha e...
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Na infância já é possível entrever quem, de entre os alunos de uma turma, se afigura mais criativo
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