APRESENTAÇÃO
"Professor, posso usar metáfora em minha dissertação?" Perguntas como essa florescem com relativa assiduidade em aulas de Redação e, muitas vezes, deixam os educandos confusos, especialmente aqueles à beira de um exame vestibular.
Muitos alunos acabam alimentando a idéia de que as figuras de linguagem são recursos exclusivos de textos literários e, portanto, incompatíveis com textos de cunho dissertativo. Esse sofisma se avoluma junto aos vestibulandos, fundamentalmente, em face de uma visão deturpada, presente em vários manuais de redação e, também, de uma abordagem estanque e estereotipada comum na produção textual em diversas escolas.
Algumas instituições, por não fazerem os alunos compreenderem os mecanismos de construção de sentido de um texto, apostam na montagem de um arcabouço de esquemas "capaz" de garantir a expressão do pensamento, mas que, em virtude de sua superficialidade, resulta em textos premoldados, sem autoria.
Fortalecendo este cenário, encontram-se manuais de redação que tentam simplificar o processo de elaboração de textos, a partir da divisão entre textos objetivos e textos subjetivos. Divisão infrutífera, haja vista que ela leva o aluno à concepção de que não deve escrever dissertações com marcas de subjetividade patentes.
O propósito desta incursão não consiste em vasculhar as causas do que se supracitou, mas desvendar a função da metáfora em textos dissertativos e buscar elementos que sistematizem uma proposta metodológica cuja diretriz encare a argumentação como exercício de criatividade. Para isso, servem como suporte e material de análise editoriais e artigos de opinião, publicados pelo jornal Folha de S. Paulo, em l988.
Se você deseja conhecer mais sobre a Metáfora em textos dissertativos, solicite exemplar(res) através do seguinte endereço; Laboratório de Redação Professor Dílson Lages - Av. Pedro Almeida, 60, sala 21, segundo piso,São Cristóvão, Teresina_PI, ou pelo e-mail: dilsonlages@uol.com.br e pague somente R$ 7,00 por cada exemplar adquirido.
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