A solidão
010599
Depois, ao lado da morada, a casa. O quarto, quase. Malogro: amor não tranqüilo. Vem de uma alameda e plátanos, tremores e revés. Degrada a impossibilidade, uma trempe. O que deveria, sexo. A porra devora a palavra não dita. Pudera, pudera: ah! - sensação de abandono.
A solidão
010599
Depois, ao lado da morada, a casa. O quarto, quase. Malogro: amor não tranqüilo. Vem de uma alameda e plátanos, tremores e revés. Degrada a impossibilidade, uma trempe. O que deveria, sexo. A porra devora a palavra não dita. Pudera, pudera: ah! - sensação de abandono.
Manhã
Ontem
o canto
da cotovia
esta manhã
: canto
de pardal
respingo
verão
porta aberta
boas vindas
a quem custa
chegar
Quarto
1.
A flor
Flor em
beirada de
janela
Bela
alguém
gritou
Falsa
responderam
de lá
3.
A geometria
Ano bom
passando
pela porta
da frente,
ano ruim
indo embo-
ra. Janela
ao lado
esquerdo
da casa
2.
A insígnia
Aprender
o rio Elba
esquecer
a arte da
guerra
andar
nada a
dizer
4.
A pedra
Desta casa
vai ficar a
memória
embora seja
assim a
pedra
silêncio e
manhã
- Haroldo Lages Gonzalez
- Melquisedeque de Castro Viana
- Almeida Garrett
- Cunha e Silva Filho
- Alberto de Oliveira
A construção poética do espaço urbano da capital alagoana
Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
A poética de Manoel de Barros: uma descrição de uma obra de invenção
LABORATÓRIO DE REDAÇÃO PROF. DÍLSON LAGES
Baloon Center, Av. Pedro Almeida nº 60, Sala 21 (primeiro piso) - São Cristóvão - Teresina - Piauí - CEP: 64052-280 Fone (86) 3233 9444
e-mail: dilsonlages[@]uol.com.br