Dilson Lages Monteiro Segunda-feira, 29 de maio de 2017

Conversa de Escritor - Resumo

Convidado: Ricardo Ramos Filho
Tema: A literatura de Ricardo Ramos Filho
Dia: 20/02/13
Horário: 19h00


(21:07:22) soninha Abraço a todos e um salve para a Literatura Infanto-Juvenil(que amo muito).
(21:05:20) maristela saindo da conversa...
(21:04:42) Ricardo Ramos Filho saindo da conversa...
(21:04:34) Moderador saindo da conversa...
(21:04:18) Ricardo Ramos Filho Boa noite! Abraços e beijos.
(21:03:52) Moderador Agradecemos a todos que participaram do bate-papo com Ricardo Ramos Filho. Obrigado, escritor! Boa noite a todos!
(21:02:27) Ricardo Ramos Filho Estou escrevendo muito, Moderador. Já tenho contrato assinado para lançar mais dois livros. O cravo brigou com a rosa, pela Melhoramentos e Pipi-tara-tatá - quando o menino ficou pelado, pela Ed. Globo, que dialoga com A terra dos meninos pelados. Os dois serão lançados na Flipinha. Tenho um texto sendo avaliado pela ed. Positivo, também é infantil. estou terminando um livro de poemas infantis e pensando em escrever para adultos. Há muito trabalho pela frente. Gosto de trabalhar muito.
(20:59:37) Ricardo Ramos Filho Geovane, eu também leio literatura infantil. Acho que o que me leva a isso é, talvez, a busca de emoçòes que já senti.
(20:59:27) Moderador Quais os projetos literários do momento, Ricardo?
(20:56:26) Ricardo Ramos Filho Apenas o meu gosto pessoal, Marcela. É claro que depois vem a análise, a gente tenta explicar porque gostou. Mas a Bojunga me comove sempre muito. Criticamente considero que seus textos permitem uma variedade muito ampla de abordagens, e é isso que busco nos textos.
(20:54:44) Ricardo Ramos Filho Vou muito às escolas, gosto de estar com os leitores.
(20:54:20) Marcela Lisboa O escritor costuma dizer que os trabalhos especialmente de Lygia Bojunga são os que mais o atraem. Que juízo crítico o senhor usa para preferir uma obra à outra?
(20:53:33) Ricardo Ramos Filho O governo hoje em dia entrou fortemente no mercado. Praticamente é o único (se levarmos em conta o volume) comprador de livros no país. Hoje em dia é quem dita as regras, fala mais alto do que o próprio editor. Todo escritor hoje em dia torce para ser adotado pelos PNBEs (Programa Nacional Biblioteca da Escola). Quando isso acontece as tiragens são grandes, o livro é bem vendido, os direitos autorais pagos (sempre ínfimos) crescem um pouco.
(20:53:17) Anaelena P. Lima Era o que eu pensava. Mas hoje em dia as meninas ainda não dormem com seus namorados, é? Emendando, você tem vários livros adotados, vai às escolas, faz o tal corpo a corpo? Emendando de novo: quanto à tese, perfeito. Mais que hora de saberem disso.
(20:52:57) Geovane Monteiro O que faria um leitor adlto se interessar por um livro infantil?
(20:51:42) soninha entrando na conversa...
(20:50:46) Ricardo Ramos Filho Por querer mostrar, Anaelena, e esse é o objetivo de minha tese, que Graciliano é tão bom escrevendo para crianças como é para adultos.
(20:50:28) Moderador O que mudou no mercado editorial, quanto ao livros infanto-juvenis, de 1998, data de sua estreia, até hoje?
(20:49:11) Anaelena P. Lima Ricardo, por que Graciliano e não Monteiro Lobato como objeto do seu mestrado? digo isso pelo que você disse há pouco.
(20:48:26) Ricardo Ramos Filho Prostituição, homossexualismo, tudo isso, Anaelene, é difícil de ser tratado em sala de aula. O João Bolão não foi adotado por uma rede de ensino porque a irmã dele dorme com o namorado.
(20:47:09) Ricardo Ramos Filho Marcela, gosto de todas as minhas obras menos uma. Hoje não teria escrito o Sonho entre amigos. Trata-se de uma novela juvenil mística, escrita logo depois que meu pai morreu. Eu não sou místico e não gosto do tema. Não deveria ter escrito. Ainda bem que está esgotado (rs, rs,...). Gosto muito do João Bolão da Melhoramentos e do Livro dentro da concha da ed. Globo. São dois juvenis interessantes. O primeiro fala sobre bullying e o segundo se passa em uma ilha de pescadores.
(20:46:16) Anaelena P. Lima Eu não sabia dessa dificuldade, por que, hem? bem, dá pra imaginar. Mas ando afastada desse mundo desde o fim da Capitu.
(20:43:29) Ricardo Ramos Filho Para mim, Anaelena, é quem melhor escreve para crianças e jovens no momento. Embora sofra preconceitos de uma escola que tem dificuldade em incluir seus temas em sala de aula.
(20:42:54) Marcela Lisboa Entre os seus trabalhos, que obra mais lhe agrada? Por que?
(20:42:25) Anaelena P. Lima Incrível, eu pensava agora mesmo na Lígia Bojunga. Pra mim, talvez, a \"melhor.\"
(20:42:18) Ricardo Ramos Filho Procuro fazer isso de maneira natural, Geovane. Acho que querer discutir muito avidamente alguns temas acaba comprometendo a qualidade do texto, tornando-o moralista. Acho que antes de mais nada quero contar uma história. O lúdico vem em primeiro lugar. Deve ser uma história divertida, que traga emoção, prenda. Depois, é claro, falo de coisas que são importantes para mim, mas o maior objetivo não está aí.
(20:39:04) Geovane Monteiro Que técnica Ricardo Ramos Filho faz uso para construir o lúdico sem deixar de permitir à criança e ao adolescente a discussão sobre temas sociais?
(20:38:09) Ricardo Ramos Filho Na minha opinião, Geovane, como qualquer obra literária, a qualidade está na possibilidade de leituras diferentes que o texto possibilita. Textos ricos são aqueles que trazem muitas opções. Pobres são aqueles que todos interpretam da mesma forma e que não permitem grandes discussões. Se você, por exemplo, pega uma Ligia Bojunga, percebe logo que há uma diversidade muito grande no que ela escreve. Diversas alternativas de abordagem.
(20:36:42) Anaelena P. Lima Concordo com você.
(20:35:44) Ricardo Ramos Filho Talvez isso seja verdade, Anaelena. de qualquer maneira acho que quando o escritor escreve não deve se preocupar muito com isso. Pelo menos no meu caso não fico muito preocupado com o fato de se o livro vai ser muito ou pouco lido. No momento da criação a gente lida mais com uma necessidade, vontade de por tudo aquilo para fora.
(20:35:44) Ricardo Ramos Filho Talvez isso seja verdade, Anaelena. de qualquer maneira acho que quando o escritor escreve não deve se preocupar muito com isso. Pelo menos no meu caso não fico muito preocupado com o fato de se o livro vai ser muito ou pouco lido. No momento da criação a gente lida mais com uma necessidade, vontade de por tudo aquilo para fora.
(20:34:45) Geovane Monteiro O que mede a qualidade de um livro infanto-juvenil?
(20:33:54) Anaelena P. Lima Será que a conquista do público infantil e juvenil não percorre os mesmos caminhos da conquista do leitor adulto? claro que o adulto , de alguma maneira, já foi conquistado, mesmo assim, penso que o trajeto é o mesmo. Ou muito similar, até mesmo na concorrência, como você disse.
(20:31:54) Ricardo Ramos Filho Alcançar as crianças, Moderador, é cada vez mais difícil. Existe muita coisa concorrendo com o livro. Acho que antes de tudo a criança deve ser uma criança que gosta de ler. Insisto aí no papel do moderador. Depois os textos verbais e visuais (cada vez mais importante) devem se casar de forma harmônica e insticgar, provocar a criança, fazer com que reflita. De certa forma sempre foi assim. Eu viajava com Monteiro Lobato.
(20:31:54) Ricardo Ramos Filho Alcançar as crianças, Moderador, é cada vez mais difícil. Existe muita coisa concorrendo com o livro. Acho que antes de tudo a criança deve ser uma criança que gosta de ler. Insisto aí no papel do moderador. Depois os textos verbais e visuais (cada vez mais importante) devem se casar de forma harmônica e insticgar, provocar a criança, fazer com que reflita. De certa forma sempre foi assim. Eu viajava com Monteiro Lobato.
(20:30:11) Anaelena P. Lima Tenho quase certeza que sim. Quase porque quase nunca tenho certezas. rs
(20:29:15) Ricardo Ramos Filho Eu sei, Anaelena, e é o que tem me feito refletir sobre se vale a pena entrar no mundo adulto. O que tenho colocado no FB, crônicas e contos curtos, talvez seja um caminho a ser explorado.
(20:29:09) Moderador Qual a condição (ou quais as condições) para que uma obra infantil alcance de fato as crianças?
(20:28:13) Anaelena P. Lima Elogio, mas não mero elogio, viu? não gratuito.
(20:27:41) Ricardo Ramos Filho Sei que você diz isso como elogio, Anaelena, e agradeço.
(20:27:18) Ricardo Ramos Filho Geovane, estou estudando a Terra dos meninos pelados. Meu mestrado na USP é sobre o livro. Para mim é uma referência importante. Mas não é minha maior referência em se tratando de literatura infantil. Nela o meu mestre ainda é Monteiro Lobato.
(20:25:45) Ricardo Ramos Filho Nunca pensei sobre isso, sobre o que teria mudado em minha escritura. Talvez o amadurecimento, o fato de ser hoje mais experiente como escritor tenha trazido vantagens. Mas não percebo assim tantas mudanças. Até por já ter começado maduro. O receio de escrever fez com que eu demorasse a me decidir a publicar, o que foi até certo ponto benéfico.
(20:25:43) Anaelena P. Lima Em tempo, não concordo quando você diz que escreve mais literariamente quando escreve para crianças e jovens.
(20:25:18) Geovane Monteiro Em que seus trabalhos se aproximam e/ou se distanciam de, por exemplo, Terra dos meninos pelados, do avô Graciliano Ramos?
(20:24:54) Anaelena P. Lima Então, resta esperar e conhecer melhor seus livros infantis e juvenis. Confesso, conheço poucos e sei que são muitos.
(20:23:44) Ricardo Ramos Filho Eu não sei, Anaelena, tenho pensado nisso com certa frequência, mas não sei se ainda é hora. Talvez um pouco mais para a frente. Na hora de escreve mais literariamente ainda escrevo para crianças e jovens.
(20:22:34) Moderador De sua primeira obra infanto-juvenil ao último livro publicado, o que mudou em sua escritura?
(20:22:30) Ricardo Ramos Filho Mas para que essa sua pergunta fosse respondida com maior precisão, Geovane, só com o auxílio da Crítica Genética, um ramo dos estudos literários que considero bem interessante.
(20:22:15) Anaelena P. Lima Ricardo, outro dia em sua página no fb você falou sobre publicar seus textos adultos, digamos assim. Já é hora, não é?
(20:20:42) Ricardo Ramos Filho Boa noite, Anaelena.
(20:20:25) Ricardo Ramos Filho Acho que sim, Geovane, talvez não propositalmente, mas há nos três textos um certo interesse pelo uso econômico e preciso das palavras. Tant meu pai, como eu, também temos essa característica que certamente veio de Graciliano.
(20:19:06) Anaelena P. Lima ah! agora sim. Boa noite, Ricardo. Boa noite a todos vocês.
(20:18:46) Geovane Monteiro Vindo de uma “árvore genealógica de escritores”, haveria, necessariamente, algum diálogo entre avô, pai e filho de modo a revelar o escritor Ricardo Ramos Filho?
(20:18:44) Ricardo Ramos Filho Acho, Maristela, é claro que o livro tem que ser adequado e nesse sentido o papel do mediador continua sendo fundamental.
(20:18:40) Anaelena P. Lima entrando na conversa...
(20:17:45) Ricardo Ramos Filho Pois é, Marcela, servindo de exemplo. Um pai que não lê não pode reclamar que o filho também não leia. A criança percebe que o pai também não gosta de ler. Agora se o amor pelos livros for visível, até por imitação a criança também irá se interessar pela literatura. Acho que o papel dos pais, da escola, de um mediador apaixonado é muito importante.
(20:17:45) Ricardo Ramos Filho Pois é, Marcela, servindo de exemplo. Um pai que não lê não pode reclamar que o filho também não leia. A criança percebe que o pai também não gosta de ler. Agora se o amor pelos livros for visível, até por imitação a criança também irá se interessar pela literatura. Acho que o papel dos pais, da escola, de um mediador apaixonado é muito importante.
(20:15:47) Marcela Lisboa Numa entrevista, quando perguntado sobre por que dedicar-se exclusivamente à literatura infanto-juvenil, o escritor fez menção a ter lido intensamente na infância e na adolescência e isso teria sido decisivo para fazer literatura para o público jovem. Nesse aspecto, como estimular, por meio da literatura, o hábito de uma criança e um adolescente a ter o gosto pela leitura?
(20:15:45) maristela Você não acha que um livro infantil interessante e que chame a atenção da criança também é fundamental?
(20:15:15) Ricardo Ramos Filho Geovane, a criança em minha obra tem muito de mim. Acho que no fundo escrevo para o menino que fui.
(20:14:28) Ricardo Ramos Filho Geovane, eu conversava com meu pai sobre os livros que lia. Isso era assunto entre a gente, nos aproximava. Acho que se fazemos isso com as crianças e jovens criamos um vínculo literário interessante.
(20:14:19) Geovane Monteiro Escritor, poderia definir a criança em sua obra?
(20:13:40) 1988dez25 saindo da conversa...
(20:12:41) Ricardo Ramos Filho Geovane, acho que precisa ser uma coisa natural, não imposta. O mediador (pai, escola, etc...) tem que ser alguém apaixonado pela literatura. Que leia também. Que esteja junto com o jovem servindo de exemplo.
(20:12:30) Marcela Lisboa entrando na conversa...
(20:11:43) maristela entrando na conversa...
(20:11:31) 1988dez25 entrando na conversa...
(20:10:38) Ricardo Ramos Filho Não foi de maneira direta, proposital. Ele sempre se preocupou muito em orientar nossas leituras. Falar sobre livros era comum lá em casa. Vê-lo, mais tarde, lendo o que escrevia para minha mãe também foi importante. Ouvir as conversas com outros escritores sobre literatura. Acho que tudo isso formou um caldo que me levou a me interessar pelo mundo literário. Mas demorou. No começo eu tinha medo. Tanto que resolvi estudar Matemática. Fiz faculdade de Matemática para fugir da Literatura.
(20:10:05) Geovane Monteiro Escritor, ao dedicar-se à literatura infanto – juvenil, o que diria sobre como prender o público jovem à leitura?
(20:09:43) Geovane Monteiro entrando na conversa...
(20:07:51) Moderador De que modo, Ricardo Ramos, o pai, exerceu influência sobre o despertar do escritor e sobre sua escritura?
(20:06:53) Ricardo Ramos Filho Depois, é claro, conviver com escritores, principalmente meu pai.
(20:06:03) Ricardo Ramos Filho Acho que principalmente ler muito. Fui criado em um ambiente onde ler era importante.
(20:05:19) Moderador Ricardo, seja bem-vindo! O que foi decisivo para que se tornasse escritor?
(20:03:44) Moderador entrando na conversa...
(20:02:23) Ricardo Ramos Filho Boa noite!
(20:01:53) Ricardo Ramos Filho entrando na conversa...
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