Dilson Lages Monteiro Sábado, 20 de dezembro de 2014
RECONTANDO ESTÓRIAS DO DOMÍNIO PÚBLICO - F. B.
Flávio Bittencourt
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O maior polo de sebos do Rio

 

[Flavio Bittencourt]

O maior polo de sebos do Rio

Na Praca Tiradentes e proximidades, no Centro, ha cerca de vinte livrarias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TEATRO JOAO CAETANO, RIO, BRASIL

(http://www.rioecultura.com.br/coluna_patrimonio/coluna_patrimonio.asp?patrim_cod=35)

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

  

 

(http://otravessaoblog.blogspot.com/)

 

 

 

 

27.1.2011 - Os sebos aos poucos foram sendo instalados na Praca Tiradentes e adjacencias - Hoje, turistas vao a livrarias como quem vai ao Corcovado e ao Pao de acucar, uma vez que esse complexo de sebos cariocas transformou-se em ponto turistico que promete leituras fenomenais, a um custo menos elevado.  F. A. L. Bittencourt (flabitten@bol.com.br)

 

 

 

 

05 Setembro 2008

Praça Tiradentes e Adjacências se tornam o maior polo de sebos do Rio

 
Para quem gosta de ler e ainda se preocupa em economizar, os sebos são uma ótima opção. Raridades e preços acessível é isso que os sebos têm a oferecer. Espalhados por todo o Rio de Janeiro, os sebos trazem todo seu charme e tradição, além da grande variedade de livros que possuem.
Reunidos principalmente no centro da cidade, sobretudo na Praça Tiradentes, um dos locais que se tornaram referência quando o assunto é comércio de livros usados.
Segundo Adenílson Cabral, que está no ramo dos sebos há 15 anos, o entorno da praça tem cerca de 20 sebos . A vantagem deles é disponibilizarem uma oferta maior de autores do que as livrarias convencionais, que estão cada vez mais restritas aos lançamentos e aos best-sellers.

Os sebos estão se modernizando e agora passaram a controlar seus estoques a partir do uso do computador. A ferramenta mais utilizada pelos comerciantes de livros antigos é a internet. Além de informatizarem seus estoques, a maior parte dos sebos do Rio de Janeiro, está conectada à grande rede. Isso acontece através do site "Estante Virtual" (www.estantevirtual.com.br), que é um portal criado para aplicar a tecnologia à comercialização dos livros, facilitando a procura e até a compra, é o que afirma Cabral.
O site é utilizado tanto pelos comerciantes, quanto pelos amantes dos livros usados, e viabiliza a localização, evitando que o consumidor fique procurando em diversos sebos pela cidade.
Através do portal, o leitor interessado pode procurar o livro desejado pelo nome do autor, título da obra, editora, ou ainda pela descrição do exemplar.
São oferecidas várias opções de preços e de locais onde é vendido o livro pesquisado. Segundo informações do portal, estão cadastrados mil sebos de todo o Brasil, com mais de 15 milhões de livros à disposição do público.

Fonte:Folha do Centro Rio - Agosto de 2008
Site: www.jornalfolhadocentro.com.br

 

(http://natureza-brasileira.blogspot.com/2008/09/blog-post_05.html)

 

 

 

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PATRIMONIO HISTORICO,

por Leonardo Ladeira

(19.8.2010)

 

 

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

Exatamente no local onde hoje se situa o Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, Centro do Rio, foi erguido, em 1813, o Real Theatro de São João, em homenagem ao príncipe regente, D.João VI.

Acostumado com as melhores companhias cênicas européias, D.João VI não gostara da única casa de espetáculos que existia no Rio, o Teatro de Manoel Luís, na época da chegada da família real portuguesa ao Brasil, em 1808.

Como a corte também ansiava por uma vida noturna mais diversificada do que a do Rio oferecia naquele momento, o regente autorizou que o cabeleireiro Fernando José de Almeida, conhecido como Fernandinho, construísse um novo teatro para a cidade, mais amplo, confortável e luxuoso.

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico
Teatro São João, em 1834

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico
Teatro Imperial de São Pedro de Alcântara

A inauguração do Teatro São João, a 12 de outubro de 1813, atraiu a elite carioca em peso. No programa, os espetáculos “O Combate de Vimieiro” e “O Juramento dos Numes”, dramas líricos encenados por atores portugueses.

O teatro foi cenário de importantes acontecimentos históricos do país. Ali assinou-se a primeira Constituição brasileira.

O antigo Real Teatro de São João foi reconstruído após sucessivos incêndios, ocorridos em 1824, 1851 e 1856.

Na época do reinado do imperador D.Pedro I o teatro foi rebatizado como Teatro Imperial de São Pedro de Alcântara. Depois seria chamado de Teatro Constitucional Fluminense, Teatro São Pedro e, finalmente, Teatro João Caetano.

O TEATRO JOÃO CAETANO HOJE EM DIA
rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

A atual fachada externa revestida de mármore e vidro fumê é fruto da reforma que teve início em julho de 1978.

Hoje, o Teatro João Caetano possui aspecto moderno, mas ainda guarda lembranças de seu passado, como a estátua do ator João Caetano, à frente do edifício (ver Box).

No foyer de acesso ao balcão nobre, no segundo pavimento, encontram-se dois painéis executados em 1931 por Di Cavalcanti. Os murais, chamados de “Samba”, possuem forma octogonal e representam cenas evocando a dança e a música.

Os painéis, tombados pelo INEPAC, foram pintados a óleo diretamente sobre a parede. As datas 1931 e 1964 grafadas sob a assinatura registram respectivamente o ano da pintura e o da intervenção feita pelo autor mesmo.

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

O público também pode conhecer a exposição “Teatro João Caetano e sua História”, que conta a trajetória da casa de espetáculos mais antiga do Rio de Janeiro.

Em painéis espalhados pelo foyer, a mostra apresenta textos e fotos de momentos históricos do teatro, como a sua construção por ordem de D. João VI e as reformas pelas quais ele passou em decorrência de seus três incêndios.

A exposição traz imagens também de figuras importantes na história da casa, como Bibi Ferreira, Sarah Bernardt, Theresa Amayo, além do próprio ator João Caetano.

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

Grandes Momentos

Pelo João Caetano, passaram os maiores nomes do teatro brasileiro: Chiquinha Gonzaga, Procópio Ferreira, Jayme Costa, Bibi Ferreira, Dulcina de Moraes, Grande Othelo, Fernanda Montenegro, Dercy Gonçalves, Paulo Gracindo, Paulo Autran, Marília Pêra, entre muitos outros. Ali foram encenados espetáculos marcantes como "My Fair Lady", “Hello Dolly", “Evita", "Vargas", “O Rei de Ramos”, “A Estrela Dalva”, "O Corsário do Rei", "A Floresta Amazônica em Sonho de uma noite de Verão”, "Gilda", "Bibi in Concert I e II", “7 – O Musical”, entre tantos outros.

Também foram apresentados ali balés brasileiros e internacionais como o grupo Stomp, Bill T. Jones e Deborah Colker, além de grandes nomes da MPB, tais como Elizeth Cardoso, Milton Nascimento, Roberto Carlos, Rita Lee, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Luiz Gonzaga.

rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

Outro marco do teatro foi o Projeto Seis e Meia, idealizado por Albino Pinheiro em 1976, e que apresentou astros da MPB a preços populares.

ESTÁTUA DE JOÃO CAETANO
rioecultura : Teatro João Caetano : Coluna Patrimônio Histórico

Quando foi inaugurada, em 1891, a estátua do famoso ator João Caetano dos Santos (Itaboraí, 27 de janeiro de 1808 — Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1863) ficava em frente à Academia Imperial de Belas Artes. Em 1916, a escultura foi transferida para a frente do Teatro João Caetano. Projeto de 1890, de Francisco Manuel Chaves Pinheiro. Na composição, o ator está interpretando “Oscar, o filho de Orssian”, de Arnoult.

SERVIÇO
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. Endereço: Praça Tiradentes, s/nº
. Bairro: centro
. Telefone: 2332-9257
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Por Leo Ladeira
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Fontes de Consulta:
O Rio de D.João VI – Uma Memória Preservada? – Leonardo Ladeira Mota – 1995.
Portal Funarj
Wikipédia
Blog Marco Miranda
Acervo Leo Ladeira
Acervo INEPAC

(http://www.rioecultura.com.br/coluna_patrimonio/coluna_patrimonio.asp?patrim_cod=35)

 

 

 

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ENTRETEXTOS - DÍLSON LAGES MONTEIRO
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