

RECONTANDO ESTÓRIAS DO DOMÍNIO PÚBLICO
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Demonstrando domínio pleno do know-how crítico-literário, Adrino Aragão, inventor isolado do miniconto no Amazonas, demonstra ser hoje um dos mais requintados críticos da arte e da literatura brasileiras.

MAIO DE 2006: NACIONALIZAÇÃO BOLIVIANA DE EMPREEDIMENTO BRASILEIRO...
JÁ ESTATAL!
(SEM A LEGENDA ACIMA ENGENDRADA, A FOTO BOLIVIANA ESTÁ, NA WEB, EM:
Foto: 2.5.2006 / AP)

RELÍQUIA DO GRANDE MUSEU DO FUTEBOL MUNDIAL:
IMAGEM EM QUE APARECEM, EM CONFRONTO MÍTICO-FENOMENAL,
GARRINCHA E BOBBY CHARLTON, na fotográfica comprovação de que
ISSO ACONTECEU, MESMO!
(Só a foto, sem a legenda da Coluna "Recontando...":
http://reliquiasdofutebol.blogspot.com/2010/03/blog-post.html)

BUDDY HOLLY, herói mundial-musical dos anos 50, que
lastimavelmente faleceu, no auge da juventude e do talento,
em desastre aéreo há mais de 51 anos, nos EUA, ídolo
estadunidense desta Coluna "Recontando...": influenciador
da revolução dos "rapazes de Liverpool", The Beatles
(de resto, como eles próprios penhorados reconheceram),
ESTES QUE FORAM "NACIONALIZADOS INGLESES" (a expressão é
meramente simbólica e refere-se à repercussão de sua arte, e
algo na esfera da sofisticação dos arranjos, não significando
mudança essencial na produção musical) NA CIDADE DE LONDRES,
CAPITAL DA INGLATERRA
(http://david-yonki.blogspot.com/2009_02_01_archive.html)

NÃO PECAM! HOJE HAVERÁ APRESENTAÇÃO
DO (AINDA) DESCONHECIDO CONJUNTO
THE BEATLES NA cave THE CAVERN,
EM LIVERPOOL
(Só a foto, sem a legenda acima ensaiada:
http://gene-vincent.iquebec.com/ENG1962.htm)
"Adrino Aragão (Adrino Aragão de Freitas), born in Manaus, State of Amazon, Brazil, 1936, is a Brazilian short-story writer. In the 70's And 80's, he was a prominent Desed magazine (Brasília) and BIP - Boletim de Informação ao Pessoal, do Banco do Brasil S.A. (Bank of Brazil) reporter. BIP had a circulation of over 100.000 every week[1]. Adrino Aragão wrote several reviews of new Brazilian books. After his retirement, he wrote essays on Comparative Literature and Literary Theory for Jornal do Brasil/Rio de Janeiro and academicals publications[2].
He is recognized by his focus on the fables and traditional stories. He wrote on the short stories of Jorge Luis Borges. His book O Champanhe (Champagne) focus on the study of the theatre of Anton Chekhov.
He lives in Brasília D.F. and he participated as Member of Committees for granting Literary Prizes in Manaus and in Brasília D.F., Brazil. He is a member of the União Brasileira de Escritores (The Writers's Union of Brazil)[3] and wrote several essays on Clube da Madrugada, an amazonian avant-garde movement formed in 1954 by Jorge Tufic, Farias de Carvalho, Luiz Bacellar, and other Brazilian poets and artists.
He is a regular articulist of O Pioneiro magazine (Brasília D.F.)[4], edited by the poet and journalist Heitor Humberto de Andrade[5]. (...)"
(http://en.wikipedia.org/wiki/Adrino_Arag%C3%A3o, VERSÃO EM INGLÊS DO VERBETE 'ADRINO ARAGÃO', DA WIKIPÉDIA, com menção a resenhas literárias desse escritor amazonense que foram publicadas no Caderno B, do JB (Jornal do Brasil, Rio, Brasil) - sempre geograficamente bem acompanhadas, na diagramação do jornal, uma vez que, a seu lado, podiam ser lidos poemas de Reynaldo Jardim -; nessas resenhas, autores que só eram conhecidos em âmbito regional passaram a ser conhecidos nacionalmente, TENDO A EXPRESSÃO 'NACIONALIZANDO-O', CONTIDA NO TÍTULO DESTA MATÉRIA DO ENTRE-TEXTOS, UM SIGNIFICADO MUITO DISTANTE DE 'ESTATIZANDO-O', o que não se consegue fazer com um poeta, como aqui fica bem registrado!)
Acabei de escrever no meu Twitter, que o hino não-oficial de Manaus é a música Porto de Lenha, do Torrinho.
A linda letra é meio obscura, sendo apenas um trecho de um longo poema do Aldísio Filgueiras, e quem não é de Manaus tem certa dificuldade de compreender o que está sendo dito. Transcrevo aqui.
Porto de Lenha (melodia de Torrinho sobre poema de Aldísio Filgueiras)
Porto de Lenha, tu nunca serás Liverpool
Com uma cara sardenta e olhos azuis
Um quarto de flauta do Alto Rio Negro
Pra cada sambista paraquedista
Que sonha o sucesso,sucesso sulista
Em cada navio em cada cruzeiro
Em cada cruzeiro das quadrilhas de turistas!
Pois bem. Toda vez que nós, manauaras, queremos criticar a nossa cidade inculta e bela, a gente solta: "Ah, Porto de Lenha, tu nunca serás Liverpool..."
Quando acontece algo bom na cidade: "Porto de Lenha, um dia serás Liverpool!"
E eu, deitada no hostel em Liverpool,em 20 de setembro do ano passado, uma da manhã, apavorada e me sentindo completamente sozinha, cantava pra mim mesma, como acalanto de ninar gente com banzo: "Porto de Lenha, tu hoje já és Liverpool..."
Essa foto é da manhã seguinte, eu no portão de Strawberry Fields. There's nothing to hung about...Strawberry Fields Forever.
(http://www.interney.net/blogs/cintaliga/2009/03/08/liverpool_manaus/)

LIVERPOOL, INGLATERRA, EM 2004
(http://www.webbaviation.co.uk/liverpool/mf44.htm)

MANAUS, que, de acordo com poema de Filgueiras, "nunca será Liverpool", em
recente foto de divulgação (MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES / BRASIL)


.jpg)
(http://zzvhdidsarquivobrasil.blogspot.com/2009_01_01_archive.html,
onde se pode ler:
[NA MINISSÉRIE MAD MARIA, A MOÇA INTERPRETADA PELA A ATRIZ] ANA PAULA [ARÓSIO] É CAPTURADA , AMARRADA E AMORDAÇADA. DEPOIS É COLOCADA NUM BARRIL E TRANSPORTADA PELA FLORESTA,
http://zzvhdidsarquivobrasil.blogspot.com/2009_01_01_archive.html)

ATORES DE MAD MARIA, aqui venerados como quase-deuses -
sendo muito humanos e humanistas, porém - da contemporaneidade,
FORA DE CENA, MAS DENTRO DO QUADRO FOTOGRÁFICO
(SÓ A FOTO, SEM A LEGENDA DE ADMIRAÇÃO ACIMA CONFERIDA:

JUCA DE OLIVEIRA: MELHOR DO QUE OS MELHORES QUE JÁ CONQUISTARAM
A ESTATUETA DA ACADEMIA DE HOLLYWOOD: MINISSÉRIE MAD MARIA,
DA TV GLOBO, A PARTIR DO ROMANCE DE MÁRCIO SOUZA

RUBEM FONSECA: DO BRASIL AO MUNDO,
TAMBÉM PRODUZINDO ROTEIROS CINEMATOGRÁFICOS
(Só a foto, sem a legenda acima apresentada:
http://impostor.wordpress.com/2009/12/, onde se lê:
"Rubem Fonseca feliz da vida durante leitura na
Feira Internacional do Livro de Guadalajara, em 2007")

ALDÍSIO FILGUEIRAS, DEVIDAMENTE nacionalizado (A EXPRESSÃO
["O Adrino me nacionalizou"] É DO POETA AMAZONENSE JORGE TUFIC,
depois de merecer artigo altamente elogioso, publicado por
Adrino Aragão no Caderno B do Jornal do Brasil, quando esse
matutino ainda era distribuído em meio impresso) POR ARAGÃO,
tendo ao fundo uma fotografia em branco-e-preto, na qual
focalizado está, no Centro de Manaus, o Edifício Zulmira Bittencourt; a propósito,
esse é o prédio onde, no passado, existia o Cinema Odeon [EM FESTIVAL DE 1969,
SILVINO SANTOS (precursor do cine-documentário no Amazonas) FOI RECONHECIDO,
AINDA VIVO E RECEBENDO TROFÉU, COMO GRANDE NOME DA HISTÓRIA DO
CINEMA MUNDIAL, DEPOIS DE DÉCADAS DE ABSURDO ESQUECIMENTO]; anos
depois, em 1982, o responsável por esta Coluna "Recontando...", que infelizmente,
por morar no Rio, não presenciou, no final da década de 1960, I FESTIVAL NORTE
DO CINEMA BRASILEIRO, assistiu, já na nova sala de exibição, muito menor, aliás,
do que o velho Odeon, o importante e hoje cult "filme de terror" de George A. Romero
(Zumbi, o despertar dos mortos) que fez com que, subitamente, o interesse pelos
cultos africanos migrados para a América Central, especialmente para ilhas caribenhas,
o conduzisse a estudos - meramente introdutórios, mas muitíssimo interessantes -
antropológicos, ou seja, por assim, dizer extra-midiáticos (científicos); a propósito, sendo
Aldísio Filgueiras amigo de Márcio Souza (como se depreende do acompanhamento
da carreira de escritor de Souza), cabe lembrar que, no romance Mad Maria, a menção
às crenças barbadianas de muitos operários afrodescendentes da época da construção
da Ferrovia Madeira-Mamoré, nos fez ler com atenção redobrada todos os momentos
em que, no romance, a religião caribenha é citada; na minissérie da TV Globo
Mad Maria, gravada a partir do romance de Márcio Souza, o respeito dos representantes
do empreendedor, Sr. Percival Farquhar, para com a religião afrocaribenha não deixou de
ser registrada, para alívio de quem temia uma possível lacuna, mas foi surpreendido
com a excelente adaptação televisiva!
(http://www.call.org.br/materia_audisiofilgueiras.asp,
onde se pode ler a legenda original da montagem fotográfica apresentada:
"Em nosso mundo contemporâneo, renovar a linguagem poética é tarefa para poucos. Mas para o poeta Aldisio Filgueiras isso não parece tão complicado. Em seu livro Nova Subúrbios, Editora Valer, ele evidencia o seu talento e rigor com a palavra. Sua forma peculiar em denunciar “feridas” do nosso tempo e do mundo suburbano está explícita na sua opção em construir versos crus, que fogem de metáforas, num estilo objetivo.
Por Tony Santos
da Redação da Call")
ADRINO ARAGÃO, do Amazonas,
um dos inventores do gênero MINICONTO,
em foto antiga
(Só a foto: http://oargueirolisergico.blogspot.com/)
"O Adrino me nacionalizou"
(JORGE TUFIC, entrevista pessoal)
"Teatro Amazonas, tu nunca serás a cave The Cavern, de Liverpool! "
(COLUNA "Recontando estórias do domínio público")
Em afetiva homenagem a
JORGE TUFIC, poeta,
HELENA FELICIDADE, pintora,
DÍLSON LAGES MONTEIRO, escritor,
JUCA DE OLIVEIRA, ator, dramaturgo e diretor de teatro, e
ANA PAULA ARÓSIO, atriz,
e à memoria de
JOÃO CASTELO (médico, que filmava em 16 mm),
CARLOS DE ARAUJO LIMA (advogado, cuja casa de campo
se chamava SÍTIO DO PICAPAU AMARELO), e
GARIBALDI CRUZ (pintor, que visitou o Lago do Ayapuá)
e ao imortal BUDDY HOLLY, que não nasceu, nem foi criado
em Liverpool, Inglaterra
25.7.2010 - A cave The Cavern foi A cave! - Pensava eu, antes de ter lido o primeiro ensaio de crítica literária que me chegou às mãos, que Adrino Aragão, o inventor isolado (há mais de 30 anos) do miniconto no Amazonas era "apenas" um inventor de estórias maravilhosas, mas ele é, também, teórico e crítico literário, dos melhores do Brasil e do mundo, hoje. O ensaio aqui reproduzido, com sua autorização, sobre a poesia de Aldísio Filgueiras, é simplesmente soberbo. A importância de Adrino Aragão no âmbito da Coluna "Recontando estórias do domínio público" deve-se, principalmente, ao fato de ele ter declarado, um dia, que O MINICONTO É UMA FÁBULA SEM MORAL. Como sempre leio fábulas de Rubem Fonseca absolutamente sem moral ["sem final" (convencional), mas com parágrafo derradeiro, é claro...] - que não são imorais, nem amorais, como querem algumas pessoas que não se caracterizam por ser detentoras de excessiva argúcia - passei a consumir avidamente os minicontos adrianos. E, a partir de agora, passarei a ler os poemas de Aldísio Filgueiras [não sendo erudito, não tinha lido um texto literário sequer de Filgueiras... além do famosíssimo trecho de poema longo, musicado pelo compositor Torrinho, canção que ficou famosa na interpretação do grupo musical manauara Raízes Caboclas e de sua co-autoria em peça teatral cujo parceiro foi Márcio Souza], uma vez que quem mos indica é... Adrino Aragão! Bom Domingo! F. A. L. Bittencourt (flabitten@bol.com.br)










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JOSÉ EDSON DOS SANTOS,
SOBRE A VIDA E A LITERATURA
DE ADRINO ARAGÃO,
EDITOU


Apesar de não ter contato a muitas decadas com o meu tio e padrinho, me sinto honrado e orgulhoso de saber que hoje é um dos mais requintados críticos da arte e da literatura brasileira.
- Gisleno Feitosa
- Renato Pires Castello Branco
- Cinéas das Chagas Santos
- Afonso Arinos de Melo Franco
- Aluísio de Azevedo
Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
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Os hedonistas geralmente são alvos da crítica pelo apetite ao prazer
Estudo comparativo dos romances A selva, Beiradão e O amante das amazonas
Escritores brasileiros abordaram amplamente os ciclos econômicos através de sua prosa.
LABORATÓRIO DE REDAÇÃO PROF. DÍLSON LAGES
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