Dilson Lages Monteiro Sábado, 29 de abril de 2017
RECONTANDO ESTÓRIAS DO DOMÍNIO PÚBLICO - F. B.
Flávio Bittencourt
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A menina do giz

 

A menina do giz

Contam que...

 

 

 

 

(http://walriksontprn.blogspot.com.br/2011/03/o-professor-ateu-e-o-giz.html)

 

 

 

 

11.3.2015 - (...) por isso que hoje em dia quando se escreve com um giz inteiro na lousa se ouve um barulho triste, dizem que é a menina do giz gritando para ser libertada - É por isso que os professores quebram o giz no meio.  flabitten@bol.com.br

 

 

 

 

 

"A menina do giz

Contam que há muito tempo atrás numa escola, tinha uma menina muito bagunceira. Ela sempre se sentava na primeira carteira, conversava demais, brigava com as colegas e não respeitava sua professora. Toda dia quando chegava à sala pegava escondido giz e durante a aula enquanto a professora passava à matéria na lousa a menina tacava pedaços de giz nas costas dela. E toda vez a professora deixa a menina de castigo no final da aula, obrigando a escrever varias vezes que nunca mais iria tacar giz nas costas da professora.

Mas isso não adiantava e todo dia a cena se repetia. A menina continuava a tacar giz nas costas da professora. Certo dia, numa sexta-feira, num dia de muita chuva, a professora perdeu a paciência com a aluna e como de costume a deixou de castigo na sala de aula escrevendo na lousa a mesma frase de sempre “ nunca mais vou tacar giz na professora”, só que desta vez a professora fez algo diferente, deixou a menina trancada na sala, e a professora acabou por ir embora e esqueceu a menina o fim de semana inteiro dentro da sala de aula.

Na semana seguinte quando voltou à escola lembrou-se que havia deixado a aluna na sala e ficou desesperada e para surpresa dela a criança não estava mais lá, mas a frase estava escrita na lousa “nunca mais vou jogar giz na professora”. A professora saiu pela escola à procura da menina, perguntou aos funcionários, aos colegas e acabou por não encontrá-la. A menina havia desaparecido, não estava em lugar algum, e os dias se passaram e ela não apareceu mais, mas para espanto da professora todo dia que ela chegava à sala ela via escrito na lousa a frase “ nunca mais vou tacar giz na professora”. Daquele dia em diante a sala da professora passou a ser chamada de sala mal assombrada e de sala da Menina do Giz.

E contam que também daquele dia em diante toda vez que a professora ia escrever na lousa o giz fazia um barulho que mais parecia uma criança gritando. Por isso que hoje em dia quando se escreve com um giz inteiro na lousa, se ouve um barulho triste, dizem que é a menina do giz gritando para ser libertada e é por isso que os professores quebram o giz no meio ..."

 

(https://pt-br.facebook.com/Mundoaterrorizante/posts/472784326128197)

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