O jornalista e escritor José Fortes Filho concluiu e lança em breve o livro "Personalidade Cultural da Lendária Região de Sete Cidades". A obra objetiva registrar à posteridade os talentos notáveis da inteligência que obtiveram destaque nos diversos segmentos do universo do conhecimento no ano de 2009.
Ele entende que sob a visão de Taine, a História não é intangível aos olhos perscrutadores do analista e do estudioso.
Há falsos heróis cobertos de louros e grandes talentos completamente esquecidos.
O que faremos neste trabalho, no centro das notáveis transformações, nesta era da instantaneidade da comunicação, é levar ao conhecimento de todos os segmentos sociais, após pesquisa realizada pela Academia de Letras da Região de Sete Cidades (ALRESC) e pelo Instituto do Meio Ambiente e Inclusão Cultural Leonardo Castelo Branco, o perfil dos talentos piauienses que registraram contribuição notável ao desenvolvimento da inteligência e do bem-estar social nas diversas áreas do saber, legando às gerações presentes e futuras os feitos dos agentes públicos que romperam a estrutura da concentração da cultura, da ditadura intelectual e do estreitamento das projeções; estrutura cruel que ainda hoje tenta impedir o acesso das minorias étnicas e sociais, em igualdade de condições, que subtrai dos seres humanos o direito à dignidade, à ampliação do saber e a oportunidade de viver em harmonia no respeito e prosperidade.
Sem embargo, Paulo Henrique “Ezequiel se destaca na literatura jurídica, além de ser exímio na arte poética, contribuindo, destarte, para enriquecer a literatura piauiense e fortalecer o segmento literário preferencial de Castro Alves, Olavo Bilac, Da Costa e Silva, Camões, expressando mensagens de forte conteúdo, do romântico ao social, símile de Tomaz Antônio Gonzaga,em Cartas Chilenas – prosas satíricas, em versos decassílabos brancos, que circularam em Vila Rica poucos anos antes da Inconfidência Mineira, em). Nesse sentido, Paulo Henrique revela na poesia o seu lado satírico, num tom mordaz, defensivo, jocoso, pleno de alusões e máscaras, quando satiriza aquilo que considera descaso político-administrativo”, resslata o seu confrade de imortalidade acadêmica e presidente da ALRESC, jornalista e historiógrafo José Fortes Filho, que também é poeta, diretor da UBE/PI, do Sindicato dos Jornalistas do Piauí, vice-presidente do Clube do Repórter, secretário da Associação Piauiense de Imprensa (API), presidente do Memorial das Nações Indígenas, conselheiro no Governo do Estado e comendador pela Academia Piauiense de Letras, que lhe conferiu a Medalha e o Diploma do Mérito Cultural Lucídio Freitas (1986), a mais elevada honraria concedida por aquele sodalício a personalidades que se destacaram no Piauí e pela Fundação Cultural do Piauí (Fundac), que outorgou, também, a Fortes - pelo conteúdo de sua obra literária, a Medalha e o Diploma bdo Mérito Cultural Wall Ferraz, em 2002.
Com a sua eleição consagradora para alcançar a titularidade de membro efetivo e perpétuo da Academia de Letras da Região de Sete Cidades (ALRESC), o novel acadêmico Paulo Henrique dos Santos Ferreira ingressa agora na tribuna das personalidades das letras, das artes, das ciências. Na casa dos sábios, dos gênios da cultura e do saber universal, que congrega inteligências privilegiadas.
Escola filosófica, a sua tradição é a sua história; a história de seus patronos e integrantes. Não se destina apenas ao passado. Voltada para o presente, através do desenvolvimento do saber, projeta-se para futuro. É a imortalidade, não dos seres humanos. É a imortalidade do saber, da inteligência, da memória, das obras e feitos legados à posteridade.
Platão fundou a sua Academia a 387 anos antes do nascimento de Cristo. No ano de 785 de nossa era, Carlos Magno fundou a Academia Palatina que, florescida, propagou-se por toda a Itália, França e o continente europeu. O cardeal Richellieu criou a Academia Francesa, em 1635, composta por quarenta membros. De grande prestígio, até hoje respeitada em todo o planeta. Por iniciativa de Lúcio de Mendonça, é criada,
Em 1896, a Academia Brasileira de Letras (ABL). A primeira reunião da ABL é realizada a 15 de dezembro de 1986 numa sala da Revista Brasileira, de propriedade de José Veríssimo. Machado de Assis dirige os trabalhos e torna-se o primeiro presidente. A 28 de janeiro de 1897 é que ocorre a instalação oficial da ABL.
Em Teresina, no dia 30 de dezembro de 1917, seleto grupo de intelectuais piauienses, funda a Academia Piauiense de Letras, idealizada por Lucídio Freitas. Seu primeiro presidente foi Clodoaldo Freitas.
A 23 de setembro de 1978 é fundada a Academia de Letras do Vale do Longá (ALVAL), idealizada por Herculano Moraes, Carlos Magno de Almeida, Socorro Carvalho, Geraldo Majela Carvalho e Antenor Rego Filho.
Em 28 de julho de 1983, na histórica cidade de Parnaiba, no litotral piauiense, é instalada a Academia Parnaibana de Letras (APAL).
O jornalista e historiógrafo José Alves Fortes Filho idealiza e funda em 22 de janeiro de 1996, com seleto grupo de intelectuais, a Academia de Letras da Região de Sete Cidades (ALRESC).
O trabalho do acadêmico José Fortes Filho tem sido de levar a público o trabalho de resgate dos valores históricos culturais do antigo território de Piracuruca e do Piauí.
São Sócios Fundadores: jornalistas e escritores José Alves Fortes Filho e Mário Soares de Araújo; desembargadores Manfredi Mendes de Cerqueira, José Magalhães da Costa, Tomaz Gomes Campelo, Luiz Gonzaga Brandão de Carvalho, José Ribamar Oliveira; jornalistas Herculano Moraes, Kernard Kruel, Luiz Carlos Oliveira Silva, Marcos Rezende, Osvaldo Lemos de Oliveira; tabelião Valdemar de Moraes Menezes, escritor e memorialista José de Moraes Britto, ex-secretária de Cultura Maria do Carmo Fortes de Brito, médica Nívea Magalhães de Carvalho Alves, ex-prefeito Adelino Fortes de Moraes Melo, general João Evangelista Mendes da Rocha, advogado e poeta Jorge Leite, poeta e publicitário Francisco Carlos de Holanda, Roberto Carvalho Costa; escritora professora de Línguas Neolatinas,Cléa Rezende Neves de Mello; juiz José de Arimathéa Tito Neto; músico Irisvaldo de Carvalho Vieira, o farmacêutico Manoel Francisco Fortes de Cerqueira e o deputado federal Afonso Gil Castelo Branco.
A.Tito Filho, presidente da Academia Piauiense de Letras (APL), com o acadêmico Mário Soares de Araújo (ALRESC) e olíder comunistab Luiz Carlos Prestes, em Teresina.
Foram eleitos como titulares da ALRESC, os advogados e professores Mário Roberto Pereira de Araújo e Marcos Patrício Nogueira, professora Lizete Napoleão Medeiros, poeta Neto Sambaíba, advogado e professor Paulo de Tarso Mendes de Sousa, ex-deputado Manoel Nogueira Filho, advogado Antônio Pedro de Almeida Neto, juiz Orlando Martins Pinheiro, advogado e poeta Ezequiel Cassiano de Britto, Antônio Júlio Lopes Caribé, escritores Roberto Carvalho e Irisvaldo de Carvalho Vieira.
Mais recentemente foram aclamados os escritores e poetas Aerton Cândido Fernandes, Miriam Oliveira Jales de Carvalho , Alzair Campos Fernandes e José Itamar Abreu Costa, Dilson Lages Monteiro e Hilton Cordeiro.
A ALRESC, instituída inicialmente com quarenta cadeiras, teve seu quadro de sócios efetivos elevado para 100 cadeiras, em razão de os novos tempos terem ampliado o desenvolvimento cultural e propiciado o surgimento de muitos talentos nas diversas área do saber que, em vida, terão oportunidade de serem homenageados pelas suas realizações em prol desenvolvimento social e da igualdade étnica", ressaltou José Fortes Filho.
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