PANORAMA
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A Academia de Letras da Região de Sete Cidades (ALRESC) iniciou sua atuação em prol da cultura piauiense com um grupo seleto de intelectuais remancescente do antigo território de Piracuruca, datado de pouco do do ano de 1800. Há 15 anos, os escritores josé Fortes, desembargadores Brandão de Carvalho, José Ribamar Olliveira, Gregório de Moraes, Tomaz Campelo, Magalhães da Costa, o General João Mendes da Rocha, defensor públlico Ezequiel Cassiano de Brito, professor Clea Resende, advogados Mário Roberto, Marcos Patrício, Paulo de Tarso Mendes da Sousa, Neto Sambaiba, Kenard Kruel, escritor e professor Dilson Lages, deputado José Loão, médico amigo Paulo Henrique da HCT, delegado Osvaldo Lemos, ex-secretário Magno Pires, Afonso Gil, juiz Orlando Pinheiro, Kaú, Aci Campelo, Alzair Campoos Fernandes, Miriam Oliveira Jales de Carvalho, Arlete Paes Landim, Lisete Napoleão Medeiros, Herculano Moraes, Afonso Ligório Pires de Carvalho, José de Moraes de Berito, José Itamar Abreu Costa, Graciete Torres, des. Alvaro Brandão Filho, mantêm-se presentes às atividades da entidade, aqui e acolá. Uns colaboram, outros não, para nossa tristeza.Mas enquanto eu viver, enfrentando problemas de saúde, como assim resistiu A. Tito Filho na Academia Piauiense de Letras, a ALRESC continuará resistindo às intempéries da cultura. Não recebemos apoio público e muitos acadêmicos não honram com sua obrigações para com a entidade, para nossa consternação. Outros sequer prestigiam com seu comparecimento às reuniões da Alresc, com sede em Piracuruca e Teresina. Vale destacar o apoio recebidos em vida dos saudosos acadêmicos Aerton Cândido Fernandes, Mário Soares de Araújo, Djalma Veloso, Waldemar de Moraes Menezes, Manoel Cerqueira, Afonso Gil Castelo Branco, Magalhães da Costa, General Mendes da Rocha, entre outros. Destaque-se o apoio de Maria do Carmo Fortes de Brito, José de Moraes Brito, Brandão de Carvalho, José Itamar, Paulo Henrique, Themístocles pai, Themístocles Filho, Ximenes do Prado, Mário Roberto, Marcos Patrício, Miriam, Alzair, des. Oliveira, des. Alvararo Brandão, Dilson Lages, Gerso Mourão (até quando teve condição de saúde), Nogueirinha (quando enquanto viveu), Afonso Ligório (nosso primo), poeta lírico Pedro Costa, Adrião Neto. Outros que são simpatizantes de nossa causa com o hoje prefeito Elmano Ferrer, ex-senador Mão Santa, secretário Magno Pires, ministro João Henrique Sousa, Fenelon Rocha, governador Wilson Martins. Para nossa tristeza, ficaram um pouco ausentes o Kaú, o Orlando Pinheiro, juiz A. Tito Neto, José Lobão, Osvaldo Lemos, Paulo de Tarso Mendes de Sousa, Marcos Resende, os quais esperamos que retornem à atividade literária, para o bem do Piauí e da região norte do Estado. Não podemos deixar um ideal nobre fenecer. Sei que, com o meu desaparecimento, mesmo sem receber a minha aposentadoria no Estado, com 39 anos de contribuição previdênciário e 68 anos de idade e padecendo como um símile de São Francico de Assis,
corre o risco da Alresc desaparecer, como já ocorreram com outras instituições literárias. Mas continuarei lutando, enquanto Deus me proporcionar essa prerrogativa. Contudo, com toda a fé de um cristão que acredita na missão de Cristo, o Nazareno, que a nossa entidade haverá de transmitir o seu exemplo de cultura à posteridade. Temos um história literária rica de conquistas e de resgates dos valores culturais do Piauí, trazendo a lume valores até então esquecidos na poeira do tempo. Não podemos esquecer, seria impossível, que vivemos os tempos da instanteidade, contudo não podemos viver o presente e alcançar um futuro mais promissor, sem relembrar os exemplos de pessonalidades que construiram os alicerces da nossa história, com feitos tão edificantes. Que esse registro não seja um depedida deste escriba.Por sorte, não estamos só nesta causa, que é de todos nós.
José Alves Fortes Filho
Acadêmico, escritor e jornalista
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