Dilson Lages Monteiro Terça-feira, 02 de setembro de 2014
PALAVRA ABERTA
Gelda Ribeiro
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GÊNEROS LITERÁRIOS

 

                                                                                                                                        Francigelda Ribeiro

A teoria dos gêneros literários passou, ao longo da história, por incontáveis controvérsias, difícil foi um consenso no que tange a uma classificação mais flexível capaz de abranger a dinamicidade da práxis literária.

Os gregos deixaram como legado as primeiras formalizações teóricas acerca dos gêneros literários, todavia o debate só seguiu fluentemente do período renascentista em diante, pela retomada dos motivos clássicos, após as apáticas cogitações processadas durante a Idade Média. 

Essa discussão histórica é devidamente exposta em um capítulo exclusivamente a ela destinado, no livro Teoria da Literatura de Vítor Manuel de Aguiar. As linhas subsequentes decorrem de uma paráfrase de tal texto. Vítor Manuel inicia seu excurso indicando três planos que marcam as controvertidas abordagens dos gêneros literários: o plano teorético, o semiótico e o literário. No primeiro, ele indica a conexão dos gêneros literários com problemas ontológicos e epistemológicos, destacando aspectos como a distinção e correlação categoriais entre o geral e o particular, bem como os fundamentos e critérios das operações classificativas. No segundo, relaciona o debate dos gêneros à correlação entre sistema e estrutura, entre código e texto, bem como da função dos esquemas categoriais na percepção e na representação artística do real. No terceiro, relaciona as controvérsias em torno dos gêneros a conceitos como: tradição e mudança literária, imitação e originalidade, regras e liberdade criadora.

Adentrando a discussão, enfatizou que foi Platão, no livro III de A República, quem distinguiu três modalidades de gêneros, estabelecendo, assim, um marco na genologia (teoria dos gêneros).  De acordo com Platão, pode-se distinguir na categoria geral da diegese:


I – a simples narrativa (o próprio poeta fala, tendo como exemplo os ditirambos);

II – a imitação (o poeta omite sua voz, ficando só o diálogo, como na tragédia e na comédia);

III – a modalidade mista (que comporta segmentos de ambas, como ocorre com a epopeia).


Platão, com essas três macro-estruturas, lançou os fundamentos de uma divisão tripartida dos gêneros literários. E, ainda que a lírica não configurasse no seu sistema, a simples narrativa (ou diegese pura) engloba a poesia lírica, uma vez que os ditirambos constituem uma das variedades da lírica grega, segundo Vítor Manuel. Assim, este se contrapõe à afirmação de Genette, segundo a qual Platão excluiu deliberadamente a lírica do seu sistema de gêneros literários. No livro X de A Repúlica, Platão obliterou os traços distintivos dos gêneros, passando a conceber toda a arte como imitação.

Aristóteles, pela importância que conferiu aos fatores técnico-semânticos, tanto na produção quanto na recepção da obra artística, destinou um cuidadoso estudo à poesia (Poética). A poesia advém da mímese, que não constitui apenas uma cópia literal da realidade, mas um transbordamento adornado de interferências externas e internas no universo do artista, que apreende o geral presente nos eventos particulares. A mímese ocorreria em “meios” diversificados, ocupando-se com “objetos” diversos e realizando-se de “modos” distintos. Portanto:


I – observando os “meios”, distinguiu a poesia ditirâmbica e o nomos (gênero em que o poeta utiliza, simultaneamente, ritmo, canto e verso), a tragédia e comédia (em que tais elementos são utilizados parcialmente. O canto, por exemplo, só é utilizado nas partes líricas);

II – considerando os “objetos” (homens em ação) da mímese poética, diferenciou poesia elevada ou nobre (que imita o homem superior, como na tragédia e na epopeia) e poesia jocosa (que imita o homem inferior, caso da comédia e da paródia); relatando, ainda, as obras que representam os homens semelhantes à média humana, como nas obras de Cleofonte;

III – em relação ao “modo” pelo qual se processa a mímese, Aristóteles contrapôs o modo narrativo (usado na epopeia, podendo o poeta narrar através de um personagem ou diretamente, por si mesmo: algo próprio dos maus poetas) ao modo dramático (usado na tragédia e na comédia).


O sistema classificatório de Aristóteles não se assemelhou à tripartição proposta por Platão. Vale ressaltar que, em Aristóteles, a lírica foi destacada e valorizada, sendo equiparada à poesia narrativa e dramática.

Quinto Horácio Flaco (65-8 a.C.), poeta latino, em Epistola ad Pisones, conhecida também como Ars Poetica, retomando a tradição aristotélica (por meio também da mediação de outros teóricos do período helenístico), dedicou importantes reflexões à problemática dos gêneros literários. Seus postulados lograram de grande aceitação por toda a Idade Média, durante o Renascimento até o Neoclassicismo setecentista. Horácio não formulou uma classificação dos gêneros em grandes categorias, mas relacionou o gênero à determinada tradição formal. Segundo sua teoria, por exemplo, o gênero dramático exige o metro iâmbico, uma vez que é o metro mais apropriado para o diálogo e para prender a atenção do público.  Assim, formulou a regra da unidade de tom, que prescreve a separação rígida dos diversos gêneros. Para ele, não se devia, por exemplo, expor um tema cômico em versos de tragédia, devendo o poeta evitar qualquer hibridismo entre os gêneros. As reflexões de Homero acerca da separação rígida dos diversos gêneros tiveram larga aceitação no classicismo francês e na poética neoclássica. Mesmo referindo-se a composições líricas, tais como hinos, epinícios e poemas eróticos, Horácio não caracterizou a lírica, adequadamente, entre os gêneros literários.

Diomedes, um gramático do século IV que também teve grande aceitação durante a Idade Média, apresentou, em uma espécie de cópia da classificação platônica, uma divisão dos gêneros literários em três tipos:


I – imitativo: que apresenta apenas atos enunciativos de personagens (tragédia, comédia, poemas bucólicos);


II –  exegemático ou narrativo: que prima apenas pelos atos enunciativos do poeta;


III – misto ou comum: que consiste na mistura da voz dos personagens com a do autor (A Odisseia pode exemplificá-lo).


A poesia lírica não recebeu destaque específico na classificação de Diomedes, embora tenha sido citada como um dos exemplos do gênero misto. A ideia de que a poesia se fundamentava na representação imitativa impedia uma classificação específica da poesia lírica. A tripartição dos gêneros tem uma forte ligação, observando o fator quantitativo, com a classificação dos estilos e dos gêneros da retórica (ou tipos de eloquência), como se pode perceber na distribuição abaixo:


Classificação dos estilos:


• estilo elevado ou sublime;


• estilo médio ou temperado;


• estilo humilde ou baixo.


Classificação dos gêneros da retórica:

• gênero judicial;


• gênero deliberativo;


• gênero demonstrativo.


Do Renascimento até o Barroco, a divisão tripartida dos gêneros literários se firmou, conforme o esquema de Diomedes, todavia o destaque, junto ao público leitor, da poesia lírica de Petrarca, bem como dos grandes petrarquistas dos séculos XV e XVI, como, por exemplo, Pietro Bembo, forçou os teóricos da literatura a fundamentar o gênero lírico. Em autores como Badio Ascênsio, Trissino, Robortello, Minturno, Torquato Tasso, dentre outros, foi-se consolidando o reconhecimento da lírica como um gênero literário de vasta abrangência. Vale ressaltar que, ao longo do séc. XVI, a teorização da poesia lírica seguiu em meio a imprecisões, revelando uma debilidade considerável da metalinguagem do sistema literário, enquanto a prática de tal estilo transcorria com maturidade.

Foi o espanhol Francisco Cascales (1564-1642), segundo Vítor Manuel, quem primeiro estabeleceu a lírica enquanto gênero ao lado dos gêneros narrativo e dramático, considerando os aspectos técnicos, formais e semânticos.  A lírica só foi, devidamente, caracterizada quando do distanciamento da concepção mimética do seu sentido mais restrito (cópia servil da realidade). Vale ressaltar que na concepção ortodoxa do aristotelismo, a fábula consistia na imitação de uma ação; mas, em Cascales, passa a ser admitida a possibilidade de certos textos literários imitarem não uma ação, mas um conceito. Um passo inicial para a concepção que ganhará a poesia lírica no seio da estética romântica, quando tal gênero – em uma caracterização mais profunda – marcou ruptura com a concepção ortodoxa de mímese.

Durante o Renascimento tardio, após a difusão da Poética de Aristóteles e sua combinação com a Epístola aos Pisões, de Horácio, os gêneros fundamentais (épico, dramático e lírico) se desenvolveram sistematicamente e se subdividiram em outros menores, obedecendo a regras específicas, baseadas em aspectos formais, estilísticos e temáticos. As obras deveriam estar de acordos com essas regras, por ser fator positivo na avaliação do seu merecimento estético.

A poética do classicismo francês e do neoclassicismo por toda a Europa voltou-se para a teoria de gênero literário elaborada pelos renascentistas aristotélicos e horacianos, assim foram tomados como inalteráveis e com regras bem definidas, das quais sobressaía a unidade de tom, os gêneros híbridos eram, assim, marginalizados. Deve-se destacar que havia uma hierarquização dos gêneros: gêneros maiores (tragédia e comédia) e gêneros menores (comédia, fábula, farsa). A doutrina dos gêneros defendida pelos classicistas renascentistas e franceses não se impôs unanimemente, durante os séc. XVI e XVII, a polêmica acerca dos gêneros desencadeou fortes rumores, sobretudo, por autores maneiristas e barrocos, que admitiam a historicidade dos gêneros, portanto, consideram a legitimidade das novas produções que iam surgindo. Por exemplo, reconheceram positivamente as características novas assumidas pelo poema épico, visto que as formulações aristotélicas não eram válidas atemporalmente pelo que tinham de ligação com determinados contextos. Tal embate, entre renascentistas e barrocos, ocorrido, sobretudo, na Itália, no séc. XVI, deu origem ao polêmico e comentado debate entre antigos e modernos, querela iniciada na França e largada, após 1690, a outros países.  

A literatura barroca espanhola, do séc. XVII, também constituiu forte resistência aos teóricos classicistas. Lope de Vega expressa a mescla da forma trágica com a cômica – aspecto que dá origem à tragicomédia – uma importante manifestação do barroco espanhol.

Durante a primeira metade do séc. XVIII, os Neoclássicos ou Árcades manifestaram-se favoravelmente à doutrina clássica dos gêneros No entanto, ao longo de modificações ocorridas (crença no progresso da civilização, instituições das ciências e letras, relativismo de valores, etc.), sobretudo, durante a segunda metade do século, alteraram muito o campo da estética, o caráter imutável dos gêneros foi negado, assim novas formas literárias ganharam reconhecimento, como o romance, a autobiografia, o drama burguês etc.. 

Ainda no séc. XVIII, o movimento pré-romântico alemão, Sturm und Drang (tempestade e ímpeto), ocorrido entre 1760 e 1780, marcou decisiva oposição ao racionalismo iluminista e ao sistema clássico, desprezando a rigidez das regras e estabelecendo a individualidade absoluta e autonomia das obras literárias. Diferentemente da visão iluminista, há uma fuga aos procedimentos regrados e rigidamente bem fundados. Os gêneros mais cultivados, aqui, foram os de natureza lírica e dramática. 

 É de fundamental importância para o movimento Tempestade e ímpeto o conceito de gênio. A estética do gênio, defendida fortemente por Diderot que advogou a favor da força da imaginação, do puro dom da natureza, do gênio rebelde a regras, opondo-se aos modelos pré-definidos. Na estética do gênio, a poética deixou de ser prescritiva para o autor, este, então, passou a escrever de acordo com o seu gênio: a própria voz das emoções e paixões. 

Friedrich Schlegel (1772-1829) – poeta, filósofo e crítico alemão – retomando a divisão tricotômica de Platão, em um tratado de 1797, assim classificou os gêneros: lírico como forma subjetiva, drama como forma objetiva e épico como subjetivo-objetiva, porém, em 1799, distinguiu a poesia lírica como poesia subjetiva, a épica como poesia objetiva e o drama como poesia subjetivo-objetiva. August Wilhelm Schlegel (1767-1845) – poeta e crítico alemão – caracteriza a poesia épica como tese, a lírica como antítese e o drama como síntese das manifestações poéticas. Não obstante, durante o Romantismo, a despeito dos preceitos clássicos e neoclássicos, sobressaiu a defesa à miscigenação dos gêneros. Victor Hugo, em 1827, no prefácio de Cromwell, condenou a regra da unidade de tom e a pureza dos gêneros em nome da própria vida que é um amálgama do sublime e do grotesco, do belo e do feio. Em virtude de a comédia e a tragédia não exprimir, devidamente, as antinomias da vida, Victor Hugo defendeu um gênero novo: o drama romântico, que tendo características da tragédia, da comédia, da epopeia e do lirismo, revelava o homem nas grandezas e nas misérias da sua humanidade. O hibridismo dos gêneros possibilitou a inclusão do romance na categoria de gênero literário. A respeito dessa simbiose, escreveu Alexandre Herculano (1810-1877) quando da publicação de Eurico, o presbítero: “Sou eu o primeiro que não sei classificar este livro” (apud SILVA, p. 364, 1998)

Na última década do século XIX, destacou-se a concepção naturalista e evolucionista dos gêneros literários, com os postulados de Ferdinand Brunetière (1849-1906), crítico francês. Ele defendeu o gênero como um organismo que perfaz o ciclo vital: nasce, desenvolve-se, envelhece, morre ou transforma-se, por exemplo: a tragédia francesa nasceu com Jodelle, atingiu a maturidade com Corneille, declinou com Voltaire, morrendo antes de Victor Hugo. Como as espécies que são vencidas por outras mais fortes diante da concorrência vital, assim alguns gêneros desapareceriam em função de outros mais vigorosos, como a tragédia clássica que sucumbiu ante o drama romântico. Brunetière se refere ao fato das mutações através de um processo evolutivo, assim, a eloquência do século XVII transformara-se na poesia lírica do Romantismo. A concepção de Brunetière propôs o estudo da origem, desenvolvimento e dissolução dos diferentes gêneros, fazendo com que se destacasse a influência das teorias evolucionistas de Spencer e Darwin. Na última década do século XIX, em oposição ao positivismo, surgiu a corrente simbolista. Os pensadores mais representativos desta época foram Henri Bergson (1859-1941) e Benedetto Croce (1866-1952). Este com o polêmico intuito de combater o dogmatismo naturalista de Brunetière, uma vez que o fato artístico (intuição) diferia do fato científico (lógico).

Croce criticou a divisão das obras em gênero, rejeitando toda classificação, visto que defendia a indivisibilidade da intuição/expressão, a obra de arte era, segundo ele, considerada como una e indivisível, Croce não admitia divisões no seio da unicidade intuição/expressão. O propósito da arte devia então ser visto como estando nela mesma, o crítico deveria desenvolver o mesmo processo criativo do autor, porém o criador diferiria do crítico porque no primeiro caso havia produção; e, no segundo, reprodução. Ele também introduziu a distinção entre poesia ou literatura em estado puro e escritos de natureza comunicativa e não-poética.

Croce rejeitou a visão dos gêneros enquanto entidade substantiva, chegando a comprometer o labor do crítico que em vez de buscar o que a poesia exprime, estaria mais preocupado com a sua composição, segundo as leis da tragédia, epopeia etc.. Croce recusou as imposições estabelecidas sobre os gêneros, mas aceitou o conceito de gênero como meio útil à história literária. Por exemplo, o conceito de gênero literário seria útil ao Renascimento, pois a retomada dos valores greco-latinos findaria a simplicidade e a rusticidade medievais. O conceito de drama burguês oposto ao da tragédia da corte, pôde ser útil para o estudo das transformações sociais ocorridas durante o séc. XVIII. Todavia, tomou a questão dos gêneros como extrínseco à essência da poesia. 

Durante a primeira metade do séc. XX, alastrou-se certa descrença em relação ao conceito de gênero, dada a influência de Croce. No entanto, a grande resistência, ao longo dos séculos, por parte dos neoplatônicos no que tange à aceitação, por exemplo, da lírica como um gênero tão nobre quanto os demais, pôde revelar, ainda que de modo caótico, certa cautela que os críticos e historiadores sempre dispensaram para o estudo das artes, sua preocupação criteriosa de estabelecer o que constituiria ou não literatura. Contudo não se pode negar a influência de fatores externos nesse processo; assim, os ideais românticos, a nova ordem social, as aspirações da nova burguesia, a expressividade dos novos artistas, a poesia de Petrarca, o surgimento da imprensa, por exemplo, forçaram o enquadramento da lírica entre os gêneros literários.

Aceitar a evolução e transformação dos gêneros clássicos implicou uma extensa e polêmica questão. Em relação ao gênero dramático, por exemplo, esperou-se o surgimento de Shakespeare, avesso aos modelos clássicos, para assinalar, com maior força, mudanças que já se faziam perceber. Em sua obra, as ações se passam em diversos espaços cênicos e têm duração de um tempo maior que o permitido pelos clássicos. Os ideais românticos consolidaram transformações radicais na teoria dos gêneros. O romance – que se consagrou na segunda metade do séc. XVII, marcando forte oposição à ideia de harmonia e aos temas históricos próprios da epopeia (que refletiam uma época passada, visto que a burguesia almejava livros que retratassem seus próprios anseios) – ao lado da evolução das canções de gesta resultou novos gêneros como o conto, a novela etc., que são reflexos sensíveis de que os gêneros passam por modificações e estão em um processo contínuo de transformação. A teoria literária não pode olvidar, portanto, do caráter protagonista das produções artísticas que, sendo históricas, jamais permaneceriam estáticas.

A discussão acerca da questão prossegue, envolvendo tendências contemporâneas, dado o caráter dinâmico da práxis artística; nesse sentido, um pensamento de Manuel Bandeira pontua bem esta reflexão: “O conceito de gênero, na sua rigidez com que outrora limitava o artista, é ideia caduca. A evolução das literaturas mostra que os gêneros nascem, morrem ou se transformam ao sabor das necessidades de expressão. A palavra vale hoje apenas como recurso de classificação”.


 

Referências


BERRIO, Antônio Garcia; FERNANDEZ, Teresa. Poética: tradição e modernidade. São Paulo: Littera Mundi, 2000.

SILVA, Vítor Manuel de Aguiar. Teoria da Literatura. Coimbra: Almedina, 1998.




 

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Comentários (1)

Explicação de fácil entendimento, paráfrase perfeita das obras e texto extremante coeso.

Carol Brito
postado:
18-12-2013 14:13:36

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