LETRA VIVA
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Le soleil riche
Pour te laver du sommeil
Qui sur tes yeux pèse encore,
Viens voir lever le soleil
Dans son alcove d’aurore.
Lentement il cligne un oeil.
I veut redormir peut-être.
Mais la Nuit, la veuve en deuil,
Crie em ouvrant la fenêtre:
“- Allons, allons fainéant,
Il faut sortir de la plume
Déjá là-bas, l’Océan,
Votre grand miroir s’allume”.
Allors, se frottant les yeux,
Débarbouillé de rosée,
Le dormeur aux beaux cheveux
Met le nez à la croisée.
Et l’on voit, dans l‘air léger
D’un nuage que rougeoie
Un vol de flocons neiger
Comme des papiers de soie.
L’un est blanc, l’autre est vermeil,
Tous sont roulés en pelotes.
C’ést Monseigneur le Soleil
Qui défait ses papillotes.
A riqueza solar
Para do sono te livrares
Que inda pesa em teus olhos,
Vem ver o sol levantar
Na sua alcova d’aurora.
Lentamente, o olho pisca.
Quiçá dormir inda queira.
A Noite, viúva enlutada,
Abrindo a janela clama:
“- Vamos, vamos, preguiçoso,
Urge deixar os lençóis
Bem distante, o Oceano,,
Vosso grande espelho, Ilumina.”
Os olhos, então, esfregando,
Livre agora do orvalho,
O dorminhoco de cabelos belos
O nariz põe na sacada.
E, na leveza do ar, se avista
Um vermelhar de nuvem
Um voo de flocos
Papéis de seda nevando.
Um é branco; outro, vermelho,
Em forma de novelos todos.
É o Monsenhor Sol
Que papelotes destrói.
(Tradução de Cunha e Silva Filho)
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