Dilson Lages Monteiro Sexta-feira, 23 de junho de 2017
ENSAIO & CRÍTICA - CARLOS EVANDRO EULÁLIO
Carlos Evandro Martins Eulálio
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ENGAJAMENTO E POLIFONIA DE VOZES EM “FILHOS DA MÃE GENTIL”, de José Ribamar Garcia

              Carlos Evandro M. Eulálio    

Stendhal, citado por J. R Guzzo na crônica “Poucos amigos,”[1] observa que “a Igreja Católica aprendeu bem depressa que seu pior inimigo eram os livros. Isso porque neles as pessoas ficavam sabendo de coisas que não sabiam, porque os padres não lhes contavam, e descobriam que podiam pensar por conta própria, em vez de aceitar que os pensassem por elas. Abria-se para os indivíduos, nesse mesmo movimento, a possibilidade de discordar. E isso, para quem manda, não pode haver coisa pior – como ficou comprovado não só no caso da Igreja, mas também no caso de todas as ditaduras, de ontem, de hoje e de amanhã. Stendhal, acrescenta Guzzo, referia-se à sua França de 200 anos atrás, de algo que viria a evoluir, crescer e acabar recebendo o nome de opinião pública.”.

            O livro de José Ribamar Garcia, “Filhos da mãe Gentil”, longe de ameaçar o poder e as instituições, inscreve em suas páginas a mensagem de um escritor engajado, sob a visão sartreana, cuja intenção é a de um mediador de ideias, historicamente situado, posicionando-se por meio das personagens, de forma crítica e corajosa, acerca dos acontecimentos políticos, culturais e socioeconômicos de seu tempo.       

No universo literário do autor, Filhos da Mãe Gentil trata-se de um romance episódico. Segue-se à publicação de obras já consagradas, como Além das Paredes, Ao lado do Velho Monge, Cavaleiros da Noite, Em preto e Branco, Entardecer, Imagens da Cidade Verde e Pra onde vão os Ciganos? No plano não ficcional, destaque-se a obra Ressonância, livro de artigos e crônicas, publicados no Tribuna do Advogado, órgão informativo da OAB do Rio de Janeiro, o Globo e revista Evidência.

A obra “Filhos da mãe gentil” é constituída de 34 capítulos, cujos episódios são organicamente conectados entre si, sendo cada um deles a consequência do outro, havendo uma espécie de causalidade que envolve os acontecimentos, exceto aqueles que recuperam informações em flash-back, sem no entanto comprometer a ordem dos eventos. O narrador é onisciente e onipresente, e, como tal, mantém a estrutura da obra sob seu controle. A linguagem do texto e a forma como se organizam os capítulos de extensão curta são recursos que facilitam a leitura do romance, tornando-a breve e agradável.  

O Rio de Janeiro e Vitória do Espírito Santo constituem o espaço onde se movem as personagens, cujas ações e peripécias, ou passagens de uma situação a outra, dizem respeito a estas em destaque: Ricardo Pimenteira, Marcelo Zeloni e o Senador, não nominado na obra, mas identificado pelo sotaque nordestino, beirando os oitenta anos.

Nos termos de Tomachevski, o elemento fabular do romance diz respeito ao conjunto de acontecimentos ligados entre si que nos são comunicados no decorrer de uma obra. Em sequências narrativas, eis o percurso da personagem principal que compõe a fábula do livro em análise:  

I – A convite de um amigo capixaba, de Guarapari, não nominado na obra, Ricardo Pimenteira, personagem sobre a qual incide o maior foco de interesse do narrador, deixa o Espírito Santo, com destino ao Rio de Janeiro. Ali procura sobreviver por meios ilícitos, a fim de realizar o projeto de retorno a Santa Teresa, sua terra natal, onde futuramente instalaria uma pousada para turistas.  

II – Levado pelo amigo, chega a uma Distribuidora de Remédios, cujo principal acionista é o italiano Marcelo Zeloni. Nessa empresa Pimenteira assume o comando das “operações especiais”, que consistiam em obter mercadorias a custo zero, mediante roubo de cargas de medicamentos, repassados em seguida às farmácias e drogarias da cidade, tudo com o beneplácito de empresários desonestos, de políticos corruptos e com a leniência permissiva do poder público.    

III – Ricardo Pimenteira é então introduzido nesse submundo, onde pontificam os eternos protegidos e intocáveis “filhos da mãe gentil”, protagonistas da corrupção, do crime organizado e da impunidade, esta, conforme o escritor Cunha e Silva Filho, “uma das pragas sociais mais devastadoras da realidade nacional.” Ressalte-se que essa cultura se fortalece cada vez mais no Brasil nas últimas décadas.     

IV – Pimenteira realiza na empresa a última operação especial. Retorna ao Espírito Santo, onde inaugura a tão sonhada pousada. Dá-se por consequência o desfecho da obra.

Outros eventos no romance constituem os detalhes que aos poucos definem com mais clareza o perfil das demais personagens e seu enquadramento dramático no enredo. São motivos isolados, livres e dinâmicos, que vão surgindo no curso da narrativa, como o envolvimento de Pimenteira com a suburbana Graciete, no Rio de Janeiro, ou episódios remissivos, mediante flash-back, como o encontro casual da personagem com a ex-mulher, no Parque Moscoso em Vitória,   com a qual tem uma filha, e finalmente os ruidosos casos de corrupção praticados pelo senador, em meio a um esquema de protecionismo e impunidade. 

Flávio Kothe, em “Literatura e sistemas intersemióticos”, afirma que o texto literário, isto é, o artefato, é como Lázaro no túmulo: “a leitura é sua ressurreição. Os textos são cadáveres que ressuscitam de seus túmulos ao toque das mãos e dos olhos do leitor.” (KOTHE, 1981, p. 17).

 Assim, os motivos da trama que tecem a fábula do romance Filhos da mãe gentil, por oferecerem inúmeras possibilidades de leitura, aqui serão interpretados do ponto de vista da literatura engajada, em confluência com elementos do romance polifônico, conforme a teoria de Mikhail Bakhtin.

Benoit Denis, com base nas reflexões de Sartre, define o escritor engajado como alguém ”que assumiu, explicitamente, uma série de compromissos em relação à coletividade, que ligou-se de alguma forma a ela por uma promessa e que joga nessa partida a sua credibilidade e a sua reputação" (DENIS, 2002, p.31).

Denis distingue o intelectual, o homem que escreve, (l’écrivant) do escritor engajado (o escritor-escrevente). Embora na prática os dois papéis se superponham, “diferentemente do intelectual que se constitui como tal, deixando o terreno da literatura, o escritor engajado deseja fazer aparecer o seu engajamento na literatura mesmo, ou, dizendo de outra forma, deseja fazer de modo que a literatura, sem renunciar a nenhum dos seus atributos, seja parte integrante do debate sociopolítico.” (DENIS, 2002, p.22).

Na visão de Bakhtin, o que existe no texto possível de ser analisado é o enunciado. Ao concebê-lo como objeto de estudos linguísticos, ele considera o dialogismo elemento essencial da linguagem, cujo princípio constitutivo confere significado e sentido ao discurso. Assim, o texto se define pelo diálogo entre os interlocutores, isto é, pela interação verbal entre enunciador e enunciatário. Ressalta ainda como características principais do enunciado, aqui entendido como a frase em uso, além do dialogismo já citado, a polifonia de vozes. O conceito de polifonia,  neste caso, supõe o texto em suas relações com o contexto social, com os textos já lidos pelo leitor e com suas experiências de vida. O texto é enfim um produto tecido simultaneamente por muitas vozes que se cruzam e polemizam no interior de si mesmo.

Na literatura, aquele filósofo da linguagem aplica essa teoria na análise da personagem do romance polifônico de Dostoievski, onde surpreende a simultaneidade de vozes entre enunciador, enunciado e interlocutor, sendo para Cristóvão Tezza o mesmo que autor, obra e leitor, respectivamente. (FRANCISCO; MARETTI, 2011, p. 2). Ao contrário da visão monológica, em que a personagem é fechada e seus limites racionais são rigorosamente delineados, no enfoque polifônico ela se torna relativamente livre e independente, com acentuado grau de autoconsciência. (BAKHTIN, 1981, p. 43).  

Isso se constata logo no primeiro capítulo do romance Filhos da mãe gentil, quando o narrador, pela voz social de um autor-criador, refere-se ao trabalho do naturalista Augusto Ruschi. Em tom didático-pedagógico descreve a bela reserva florestal, situada no município de Santa Teresa, na região serrana do Espírito Santo, cedida a Ruschi pelo Museu Nacional, para ali instalar a Estação Biológica, onde cadastrou 600 mil orquídeas e 20 mil árvores, identificadas nominalmente, iniciativa essa, antes ameaçada pelo governador, que intentava desapropriar aquela área, a fim de entregá-la a uma empresa privada para o plantio de palmito.(GARCIA, 2011, P.15). Segundo Bakhtin, esse discurso do autor-criador não é a voz direta do escritor, mas um ato de apropriação refratada de uma voz social qualquer, de modo a poder ordenar um todo estético.[2] Nessa passagem, o autor-criador remete a um receptor imanente, cuja voz social está implícita na fala do narrador, quando denuncia a pretensão do governador. Apresentam-se aí dois pontos de vista representados por dois enunciadores diferentes. Em “Filhos da mãe gentil”, essa polifonia de vozes se faz presente ao longo dos capítulos, nas manifestações e intervenções do narrador, que o colocam de maneira crítica diante dos gestos e atitudes das personagens, nas diversas  situações em que se enquadram.

Na passagem em que o senador inaugura sua luxuosa lancha, ao ver o gesto de aprovação de Zeloni, diante do comparecimento de garotas de programa àquele evento, o parlamentar assim se manifesta: Meu caro, eu não sou nenhuma Mary Córner, mas tenho minhas habilidades – nesse meio-tempo a voz social novamente implícita na fala do narrador intervém para esclarecer que se referia “à famosa cafetina de Brasília, que recrutava meninas de programa para as bacanais promovidas por deputados, inclusive, deles envolvidos no caso do Mensalão, nome daquele escândalo em que o governo federal corrompia alguns parlamentares, com dinheiro público, para que votassem em seus projetos.” (GARCIA, 2011, p. 75)      

Como autor engajado Ribamar Garcia cria suas personagens e, por meio delas, recupera episódios do cenário político-social brasileiro mais recente e assume mediante a função estético-formal uma posição axiológica, diante dessa mesma realidade. Isso se constata em outra passagem, quando o senador, envolvido em escândalos de corrupção, é denunciado pela imprensa. Desgastado diante dos acontecimentos e isolado pelos pares congressistas, é então aconselhado pelo presidente do partido por cuja voz social sugere-lhe renunciar ao mandato e refugiar-se no exterior em viagem de turismo, antes que fosse cassado por improbidade e falta de decoro. Cessada a turbulência, ressoa a voz cúmplice do aliado: “todas as acusações cairiam certamente no esquecimento, uma vez que outros escândalos surgiriam para ocupação da imprensa. Assim, no ano seguinte, poderia tranquilamente se candidatar e retornar ao Senado.” (GARCIA, 2011, p.)

Ribamar Garcia, em Filhos da mãe gentil, à medida que desenvolve a narrativa, vai desenhando um painel da sociedade brasileira contemporânea, em cujo registro do cotidiano denuncia a banalização de procedimentos condenáveis que aos poucos se cristalizam como atos lícitos e normais, fato que se comprova no desfecho do romance, quando o autor contraria a expectativa do leitor, e o surpreende pela instauração do inesperado ou imprevisível, aqui reportando-nos à teoria do estranhamento do formalista russo Chklovski, reforçando o ponto de vista  de que a impunidade no Brasil sempre protege o infrator. Ricardo Pimenteira realiza com sucesso todas as operações criminosas e ao final concretiza o seu projeto de vida: gerir o próprio negócio empresarial. À guisa de outro exemplo, há um trecho na narrativa, em que o senador, mesmo indignado com as acusações da imprensa de que teria desembolsado um milhão e meio ao desembargador, para arquivar um processo contra ele, sugere a Zeloni que abra uma firma de construção civil e, como se nada o intimidasse, afirma: “vamos ter grandes oportunidades nessas obras das Olimpíadas e da Copa do Mundo.” (GARCIA, 2011, p. 77). Há, no entanto no romance, vozes que fazem o contraponto, como aquela que enaltece os feitos do Visconde de Mauá, Irineu Evangelista de Sousa, cuja biografia impressiona a personagem Ricardo Pimenteira, afeito a leituras, quando fica sabendo que essa figura histórica deixou para os brasileiros um legado de trabalho, ética e honestidade, embora fique claro nesse relato, que atributos como esses em nosso meio são incapazes de vencer a intriga e a esperteza dos “acólitos invejosos”. (GARCIA, 2011, p. 60).  

Despojado da instância autobiográfica, pela criação de um narrador em terceira pessoa, Ribamar Garcia não se desvincula da sensibilidade artística e do traço lírico que o contagia em algumas de suas descrições, como aquela em que   a personagem Ricardo Pimenteira recupera numa atmosfera nostálgica imagens do circo que internalizamos ainda quando crianças: “Imagine a sensação de ver dois motociclistas com as motos dentro de um globo, girando em alta velocidade e em sentidos contrários, tudo medido, cronometrado e sintonizado, com as máquinas rodando de cabeça pra baixo, fazendo um tremendo barulho. O som desse barulho fica na mente da gente pra sempre, igual ao apito do trem ou ao do canto do galo ao amanhecer.” (GARCIA, 2011, p. 14). Constatamos aí a fusão do sujeito e do objeto, do mundo interior e exterior, do passado e presente, instaurando no texto a atmosfera lírica, cuja essência Emil Staiger denomina recordação, isto é,  de novo ao coração, levando em conta a etimologia da palavra recordação, do latim cor, cordis, de cujo genitivo se extrai o radical cord.

Finalmente, registre-se que a prosa literária de José Ribamar Garcia, na obra “Filhos da mãe gentil” atinge o patamar mais alto da criação artística e impõe-se como um trabalho artesanal de qualidade, numa evidente demonstração do que é capaz de realizar. O livro é um divisor de águas dentro da produção literária do autor, afirmando-se como obra prima, não só pela técnica apurada do autor, mas pelo material linguístico usado, como a construção de frases curtas, vocabulário acessível, objetivo e adequado ao contexto sociodiscursivo em que se insere.  

                                                                     Teresina, 20 de agosto de 2011  

REFERÊNCIAS

 

BAKHTIN, MIKHAIL. Problemas da poética de Dostoievski. Rio de Janeiro : Editora Forense-Universitária, 1981.

 

BRAIT, Beth (org.). Bakhtin: conceitos-chava. In FARACO, Carlos Alberto. Autor e autoria. São Paulo : Editora Contexto, 2005, p. 37/60

 

DENIS, Benoit. Literatura e engajamento: de Pascal a Sartre. São Paulo : Edusc, 2002.

 

FRANCISCO, Carla Cristine; MARETTI, Maria Lídia Lichtscheidt Maretti. As vozes de Inocência. IN Literatura e Autoritarismo – Literatura Brasileira: História e Ideologia.http://w3.ufsm.br/grpesqula/revista/num15/art_03.php  acessado em 9/8/2011. 

 

GARCIA, José Ribamar. Filhos da mãe gentil. Rio de Janeiro : Litteris Editora, 2011.

 

GUZZO, J.R. Poucos Amigos. VEJA, Editora Abril, edição 2228 – ano 44 – nº 31, 3-8-2011, p. 142

 

KOTHE, Flávio R. Literatura e sistemas intersemióticos. São Paulo : Cortez Editora, 1981, p.17

 

PORTELA, Eduardo (org.) Teoria Literária, In CUNHA, Helena Parente. Os gêneros literários. Rio de Janeiro : Tempo Brasileiro, 1979, p.97/106.

 

SILVA FILHO, Cunha e. Filhos da mãe gentil: uma radiografia do Brasil. Teresina :http://portalentretextos.com.br/ acessado em 9/8/2011.

 

TOLEDO, Dionísio (org.) Teoria da Literatura: formalistas russos. In CHKLOVSKI, V. A arte como procedimento. Porto Alegre : 1971, p. 39/56.

 

__________________ In TOMACHEVSKI, B. Temática, Porto Alegre : 197l, p. 172. 



[1] GUZZO, J.R. Poucos Amigos in VEJA, Editora Abril, edição 2228 – ano 44 – nº 31, 3-8-2011

[2] FARACO, Carlos Alberto. Autor e autoria, In Bakhtin: conceitos-chave, org. Beth Brait, São Plaulo : Contexto, 2005, p. 40.

 

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Comentários (1)

Enfim, vivas! V. está de volta. Já tinha lido esse ensaio e o reputo o mais denso e o mais completo sobre essa obra de Ribamar Garcia. Forte abraço do Cunha e Silva Filho

Cunha e Silva Filho
postado:
16-05-2016 12:54:31

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