Dilson Lages Monteiro Domingo, 23 de abril de 2017
DIÁLOGOS COM A HISTÓRIA - REGINALDO MIRANDA
Reginaldo Miranda
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Engenheiro Antônio José de Sampaio

Engenheiro Antônio José de Sampaio

            Foi um homem de ideias e ação que apostou fundo no desenvolvimento econômico do Piauí. Engenheiro, professor, escritor, cientista, poliglota, veio ao mundo em 9 de abril de 1857, na fazenda Ininga, do termo de União, hoje de José de Freitas, antiga vila de Livramento, nos arredores da Capital. Foram seus pais o capitão Antônio José de Sampaio, primeiro do nome(1821 – 26.6.1889) e D. Roza Merolina de Jesus (1823 – 1915). Pelo costado paterno era neto de José Joaquim de Sant’Anna e D. Veneranda Roza de Sant’Anna. Pelo materno era neto de Estêvão Lopes Castelo Branco e D. Lina Rosa de Jesus, todos fazendeiros, parentes entre si e oriundos de tradicionais famílias piauienses.

Depois de cursar as primeiras letras em sua terra natal e em Teresina, seguiu para o Rio de Janeiro e em seguida para a Europa, a fim de prosseguir nos estudos. Licenciado em Letras e em Pedagogia por Weisthertur, estudou em Zurich(Suíça), onde fez proveitosa leitura de naturalistas do porte de Hartt, Gardner, Martius, d’Orbigny, Koster e Agassiz, entre outros. Formou-se em Engenharia Industrial pela Escola Politécnica Federal de Zurich e doutorou-se em Ciências Físicas e Naturais pela mesma instituição de ensino, concluindo sua formação acadêmica em 1881. Por fim, antes de retornar ao Brasil, empreendeu viagem de estudo por vários países da Europa.

Em 1882, com a mente borbulhando de ideias novas regressou ao Piauí, onde permaneceram seus genitores, tentando a todo custo despertar o ânimo e o interesse dos criadores da região de Campo Maior para a pecuária de leite, não obtendo, porém, êxito. É que se inspirava no sucesso dos lacticínios suíços e flamengos, que os conhecera. Sobre esse episódio, anotou o acadêmico Luiz Mendes Ribeiro Gonçalves:

“Os criadores ouvem a explanação atentos e silenciosos. No fim, não lhe recusam aplausos. A boa educação e a urbanidade tradicional impõem tratamento respeitoso e afável ao hóspede ilustre. Mas, em verdade, o calor das falas ouvidas não lhes infundiu coragem. Acendeu-lhes, ao contrário, muitas dúvidas. O que lhes fora dito como proposta auspiciosa parecera-lhes, antes, uma inovação revolucionária. E, contra todas as sedutoras promessas, opunha-se a realidade, herança avoenga de mais de dois séculos, expressa na rotina satisfeita, modorrenta e despreocupada a que tão bem se acomodavam. Todos responderam à sugestão de maneira evasiva. Tiveram como muito mais seguro permanecer como estavam. O progresso, da forma por que lhes era acenado, além de excessivamente trabalhoso e cansativo, se lhes afigurava por demais arriscado. O que haviam recebido dos maiores, pretendiam legar, sem desfalque, à prole, garantindo-lhe igual quietude e tranquilidade”(GONÇALVES, L. M. R. Brasília: 1980:243).

Sobre esse mesmo episódio, também anotou a escritora carioca Augusta Franco de Sá de Sampaio, esposa do biografado:

“... muito anteriormente à propaganda e prática dos princípios e meios que somente agora estão sendo adotados e seguidos em diversos outros Estados, já procurava ele em 1882 introduzi-los em sua terra natal, para promover e estimular o seu progresso industrial, com auxílio e cooperação de todos os criadores”.

Depois desses esforços inúteis, retorna a Livramento e, em seguida, ao Rio de Janeiro, onde iniciou vida profissional dedicando-se ao magistério de Física e Química na Escola Politécnica, aí permanecendo entre os anos de 1883 a 1894, quando começou, de fato, seu empreendimento no Piauí. Nesse espaço de tempo, em presença do Imperador, no Externato Aquino, fez diversas conferências sobre ciências. Moço culto e inteligente, envidou esforços para reformar o ensino técnico no Brasil, chegando a escrever e publicar interessante estudo, de parceria com o professor Antônio Ennes de Sousa, um maranhense seu contraparente que ali também lecionava.

Mas o passo mais decisivo de sua vida, Antônio José de Sampaio estava por dar, aquele que o notabilizaria como pioneiro das indústrias de lacticínios no norte do Brasil. É que em 26 de abril de 1889, celebrou importante contrato de arrendamento com o governo imperial, passando a gerir as Fazendas Nacionais que haviam sido confiscadas aos jesuítas no Piauí e, anteriormente, pertenceram ao conquistador Domingos Afonso Sertão. Era o primeiro passo para realizar o sonho de implantar a indústria pastoril em terras piauienses. Entretanto, com a queda da monarquia e proclamação da República em 15 de novembro do mesmo ano, passou a enfrentar resistência de muitos opositores, culminando com a revogação do contrato em 9 de abril de 1891, no governo Deodoro da Fonseca, sob a falsa alegação de descumprimento de cláusulas. Felizmente, depois de vários embates, em 1893, já no governo Floriano Peixoto, teve restituídos os seus direitos.

Por esse contrato, o Engenheiro Antônio José de Sampaio arrendava as Fazendas Nacionais pelo prazo de nove anos e ao preço de 20:000$000 (vinte contos de reis) anuais. Assumiu o compromisso de promover a colonização, fundando colônias formadas de nacionais e estrangeiros, sendo metade pelo menos de estrangeiros, obrigando-se ainda a manter à sua custa o Estabelecimento Rural S. Pedro de Alcântara, que fora fundado pelo falecido agrônomo Francisco Parentes, mantendo a sua finalidade de acolher libertos menores e dar-lhes instrução primária, artística, industrial e zootécnica, assumindo as despesas com pessoal; criar e manter à sua custa uma estação meteorológica; desenvolver em grande escala a criação de gado lanígero e introduzir nas ditas fazendas melhoramento genético, com melhores raças de gado vacum, lanígero, cavalar e muar; fazer aquisição de maquinaria moderna para fabricar manteiga, queijo, leite condensado e outros produtos dentro dos mais modernos padrões, trazendo da Europa pessoal qualificado; montar frigorífico e contratar pessoal para abater gado e preparar a carne seca e mais produtos congêneres, logo que se fizesse necessário; desenvolver a lavoura de cereais, sobretudo de cacau e de cultivo do bicho da seda; montagem de fábrica de gelo – sistema Linde, utilizando amoníaco e bomba a vapor, para refrigerar e conservar o produto; funilaria, serraria circular e vertical, etc..

Por seu turno, o governo obrigava-se a vender as ditas fazendas ao arrendatário, no fim do seu contrato, ou antes, pelo preço de 400:000$000, desde que tivesse ele cumprido as suas condições.

A entrega das fazendas deveria ser feita mediante inventário, procedendo-se à contagem do gado. Sobre essas fazendas, é importante ressaltar o relatório do presidente da província, de 27 de junho de 1889: Departamento de Canindé compõe-se das seguintes fazendas: Fazenda Nova, Poções, Salinas, Campo Grande, Castelo, Campo Largo, Ilha, Buriti, Saco, Saquinho, Oiti, Tranqueira, Pobre, Sítio, Baixa, Nova Fazenda, Torre e Residência, com casas, demais benfeitorias e 19.565 cabeças de gado vacum e 8.745 de cavalar, assim avaliados: gado vacum (259:164$000), cavalar (28:805$000), benfeitorias (24:830$000) e terras (47:500$000). Nas demais fazendas que compunham os departamentos do Piauí e Nazaré, existiam apenas as terras, vez que o gado fora vendido. Deste último departamento achavam-se a cargo do Ministério da Agricultura as denominadas Serrinha, Algodões, Olho d’água, Matos, Guaribas e Rio Branco, que constituíam o patrimônio do estabelecimento São Pedro de Alcântara(COSTA, 2010:467/468)

Depois de resolver os imbróglios burocráticos e tomar medidas de urgência, Sampaio parte para a Europa em 1894, com a intenção de adquirir modernos equipamentos, nos moldes dos que usavam as mais modernas indústrias da Europa. E, de fato, os adquire em Hamburgo, na Alemanha, realizando verdadeira odisseia para trazê-los ao Piauí, sobretudo ao sertão de Campinas, na região de Oeiras, que elegeu por sede de suas atividades. Eram equipamentos enormes, pesadíssimos, tendo de colocá-los em barcaças e enfrentar a correnteza do rio Parnaíba até o porto fluvial do Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara, hoje cidade de Floriano. Dali teve de transportá-los em carros de bois, abrindo estradas, quebrando morros, construindo ponte sobre o rio Itaueira e pontilhões em outros córregos, para arrastá-los com inúmeras juntas de bois, às vezes forrando o solo com couro de animais, aumentando, assim, as despesas e causando retardamento. Foi um hercúleo trabalho de pioneiro empreendedor, que só os altos espíritos são capazes de concebê-lo e executá-lo, arrostando as dificuldades sem se deixar intimidar. Para isso contou com a colaboração de seu colega engenheiro, o alemão Alfredo Modrack e de outros importantes auxiliares. Haveria a instalação de funilaria, serraria e aparelhos de uma estação meteorológica.

Por fim, em 9 de abril de 1897 foi inaugurada a sonhada fábrica de lacticínios do Piauí, a primeira do nordeste e a segunda do Brasil, guarnecida com o que havia de mais moderno no mundo. Na palavra de Luiz Mendes Ribeiro Gonçalves – “os edifícios se levantam, a água é captada e distribuída, as instalações se executam. As máquinas são postas em funcionamento, quebrando a monotonia daquelas paragens onde, antes, só o vento açoitava as folhas. A chaminé a atirar para o alto o seu penacho de fumaça, o vapor da caldeira a fazer vibrar o apito estridente a horas certas, a labuta dos currais, a atividade dos técnicos e auxiliares nas oficinas eram sinais de uma vida diferente que nascia rumorosa e promissora” (GONÇALVES, L. M. R. Brasília: 1980:244).

Porém, o gado leiteiro trazido da Europa enfrentou a grandiosa seca de 1900, causando-lhe sérios prejuízos.

Ao mesmo tempo chegam as primeiras famílias italianas, cerca de quarenta, que havia contratado em sua ida à Europa, sendo logo estabelecidas, porém, antes de iniciarem o trabalho efetivo surgem alguns reveses. “Alguns colonos adoecem depois de comerem, desavisados, frutos silvestres venenosos, outros são acometidos de doenças tropicais, ainda outros, amedrontados, não se adaptam ao clima. Surgem reclamações e o consequente cortejo de dificuldades. Há intervenções diplomáticas, repatriação de emigrantes com pesadas despesas imprevistas. O lamentável desastre iria servir de descrédito a outras tentativas” (GONÇALVES, L. M. R. Brasília: 1980:244).

Não se abate, porém, o notável Engenheiro Sampaio, partindo com redobrado esforço ao trabalho. Todavia, contra ele se colocam alguns políticos e pessoas negativas cujos interesses estavam sendo contrariados, praga que grassa em todas as épocas. Dessa fase, acrescenta Luiz Mendes Ribeiro Gonçalves:

“Atordoado, após trabalho dedicado e hercúleo, é obrigado a concordar com a encampação do contrato, transferido, sem demora, a políticos cobiçosos. E, desde então, tudo foi aos poucos se perdendo. Da opulência das antigas Fazendas Nacionais mostra-se hoje, no cenário vazio, apenas o que construiu Sampaio e ficou, como ruína, exposto ao desgaste do tempo” (GONÇALVES, L. M. R. Brasília: 1980:244/245).

É, pois, lamentável que a mentalidade tacanha de muitos de seus contemporâneos tenha prejudicado uma iniciativa desse porte, que colocou o Piauí, com técnicas e aparelhagens modernas, entre os pioneiros da indústria de lacticínios no Brasil. Mas o fracasso do empreendimento deve-se ao atraso do Piauí de antanho, governado por políticos de pouca visão, com uma sociedade que não aspirava mudanças, contrastando, assim, com a visão moderna e o discurso otimista de um técnico formado nas melhores escolas da Europa e uma enorme capacidade de ação.

Da antiga fábrica hoje resta a construção ainda imponente, embora em ruínas, que alguns abnegados lutam incansavelmente pelo tombamento. Em seu entorno nasceu uma povoação, hoje transformada na pequena cidade de Campinas do Piauí, que permanece como testemunho imperecível da ação desse visionário engenheiro piauiense. De toda sorte o sonho frutificou, senão o desenvolvimento industrial, ao menos uma cidade para dizer que valeu a pena sonhar e lutar.

Antônio José de Sampaio foi um homem de extraordinária cultura, empreendedor, amante de sua terra e poliglota, dominando vários idiomas, entre esses: francês, italiano, inglês e alemão, tendo nessas línguas publicado alguns estudos divulgando, no estrangeiro, as nossas riquezas naturais e as iniciativas industriais. De sua lavra pode-se destacar: Zur Kenntnis der Diamidoditolylverbindungen, no Berichte der Deutschen Chemischen Gesellschaft (1881) e Investigações Químicas dos Produtos Naturais do Brasil (Revista de Engenharia, 28.05.1883), ambos de parceria com o químico alemão Wilhelm Michler; Nationale Landguter fur viehzucht in Staat Piauhy(1884); A general description of the State of Piauhy on the northern part of Brazil its natural resources, pasturagen, climate and salubrity with special reference to the cattle breeding compared with the conditions of the Argentine Republic and Australia (1905), depois parcialmente traduzida para o vernáculo pela Prof.ª Maria Cacilda Ribeiro Gonçalves e publicada no Brasil(Descrição Geral do Piauí), sob patrocínio o Governo do Piauí, na gestão Pedro Freitas, entre vários outros trabalhos científicos escritos em várias línguas.

É patrono da cadeira 19, da Academia Piauiense de Letras, cujo primeiro ocupante foi Luiz Mendes Ribeiro Gonçalves. Nossa Senhora da Vitória Nossa Senhora da Vitória.

Em 22 de julho de 1893, no Rio de Janeiro, casa-se com a carioca descendente de maranhenses, D. Augusta Hermínia Franco de Sá, moça culta e inteligente que, em 1885, estudava com o irmão Francisco de Paula Franco de Sá, no Colégio Augusto, fundado há pouco mais de um ano, no Engenho Novo, sendo ambos aprovados com distinção em Português(O Paiz, 8.12.1885). Depois de casada passou a assinar com o nome de Augusta Franco de Sá de Sampaio, falecida em 10.4.1931, no Rio de Janeiro e sepultada no dia seguinte no cemitério de São João Batista(A noite, 11.4.1931). Oito anos antes havia recebido na mesma cidade o diploma de honra(15.3.1923) e ao tempo em que esteve com o marido no Piauí, ajudou a administrar a fábrica, ministrando curso de renda às mulheres. Era filha de Antônio Daniel Franco de Sá e D. Augusta Firmina Franco de Sá, abastados proprietários, inclusive de muitos imóveis urbanos no Rio de Janeiro, muitos deles alugados para órgãos públicos. Em 1924, D. Augusta Franco de Sá de Sampaio publicou um romance denominado Heloisa, com 138 páginas. O casal deixou uma filha, D. Ana Rosa Castelo Branco Cardoso(Nikota), que foi casada com o médico sergipano Eleyson Jesthe Esaú Cardoso.

Conclui Luiz Mendes Ribeiro Gonçalves, sobre o biografado:

“Sampaio foi, incontestavelmente, um desses raros exemplares de homem de alta cultura, rasgados horizontes e esclarecidas ideias, em cuja objetivação se obstinava, ao influxo de irreprimíveis energias criadoras. As amarguras, as vicissitudes, as contrariedades não o esbarraram. Até ser paralisado pela morte, em 1906, conservou, sempre mais ardente a fé no ideal irrealizado”.

Portanto, Antônio José de Sampaio é um brasileiro notável, cuja trajetória de vida merece ser reconstituída para conhecimento da posteridade.

 

Bibliografia:

COSTA, F. A. Pereira da. Cronologia histórica do Estado do Piauí. Vol. 2. 2.ª Ed. Teresina: APL-FUNDAC, 2010.

FERREIRA, Edgardo. A mística do parentesco. Os Castello Branco. Vol. 5. 2.ª Ed. São Paulo: ABC Editorial, 2013.

GONÇALVES, L. M. Ribeiro. A luta de um idealista. In: Impressões e perspectivas. P. 241-245. Brasília: Centro Gráfico do Senado federal, 1980.

TITO F.º, Arimathéa. Antônio José de Sampaio. Diário Oficial – Suplemento Cultural. Ano I – N.º 7. Teresina, 31.01.1988. p. 10.

ROCHA, Odete Vieira da. Maranduba. Rio de Janeiro: Sindical, 1994.

________

* A fotografaia que ilustra a matéria é da fábrica de lacticínios fundada pelo Engenheiro Antônio josé de Sampaio, hoje em Campinas do Piauí.

** REGINALDO MIRANDA, autor, é membro da Academia Piauiene de Letras.

(Excerto do livro inédito a ser publicado no corrente ano pela Academia Piauiense de Letras: MIRANDA, Reginaldo. Piauienses notáveis. Teresina: APL, 2017)

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