CRÔNICA DE SEMPRE
|
Rogel Samuel
Os escritores brasileiros. Fui a uma famosa livraria, em Ipanema. Rodei, fui e voltei, não vi nada que me interessasse. Eu tinha um “vale” de compras. Nada. Acabei trazendo o caderno, onde escreverei uns pobres textos. A época é do “pop”. Do nada. O livro como artigo “pop”. Naquela loja os escritores brasileiros estavam postos nas estantes marginais, na parede. Mas poucos. Só os mais (pop)ulares. Não nada a comprar, a me interessar. Ainda bem. Dentro de uma década a grande maioria daqueles autores será esquecida. Pouco restara da imensa massa de papel.
- FONTES IBIAPINA
- Luiz Filho de Oliveira
- Da Costa e Silva
- Caio Negreiros
- Licurgo José Henrique de Paiva
Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
..............................................................................................
Família lança livro inédito do desembargador e contista Magalhães da Costa
A história da Narrativa (cinema, literatura, etc.) é cheia de arquétipos e estereótipos
(1) O leão e o rato; (2) A raposa e a cegonha; e (3) O lobo e o cordeiro
LABORATÓRIO DE REDAÇÃO PROF. DÍLSON LAGES
Baloon Center, Av. Pedro Almeida nº 60, Loja 21 (primeiro piso) - São Cristóvão - Teresina - Piauí - Fone (86) 3233 9444
e-mail: dilsonlages[@]uol.com.br