A COMPANHIA DOS POETAS
|
A estrela onde eu vivia já não existe.
O sol de cujo séquito
a estrela se movia à volta do mundo
já não existe.
A vida que tive,
a vida que era o prazer e a agonia do sangue,
já não existe.
Aquela estrela morta entre estrelas,
aquele sol morto entre sóis
aquele rosto morto entre rostos
que era o meu,
já não consigo lembrar.
Mas eu existo.
Poema: Arvid Mörne
Fotografia: Marc Adamus
in http://aldinaduarte.blogspot.com/
- Ovídio Saraiva
- Humberto de Campos
- Álvares de Azevedo
- José Ribamar Garcia
- José de Arimathéa Tito Filho (A. Tito Fi...
Ivan Teixeira analisa O alienista
A escrita paratática e pós-moderna de Esdras do Nascimento
Os hedonistas geralmente são alvos da crítica pelo apetite ao prazer
Estudo comparativo dos romances A selva, Beiradão e O amante das amazonas
Escritores brasileiros abordaram amplamente os ciclos econômicos através de sua prosa.
LABORATÓRIO DE REDAÇÃO PROF. DÍLSON LAGES
Baloon Center, Av. Pedro Almeida nº 60, Loja 21 (segundo piso) - São Cristóvão - Teresina - Piauí - Fone (86) 3233 9444
e-mail: dilsonlages[@]uol.com.br