- Haroldo Lages Gonzalez - Oton Lustosa - Adriana Falcão - Inglês de Sousa - Padre Antônio Vieira
- Élio Ferreira - Da Costa e Silva - Francisco Miguel de Moura - Alphonsus de Guimarães - Assis Brasil
- Luiz Filho de Oliveira - Alcides Freitas - Euclides da Cunha - Magalhães da Costa - H. Dobal
Me permita o leitor
Depois da famosa peça teatral de Peter Weiss, veio o filme de Peter Brook, direção, e Adrian Mitchell, roteiro não-original, lançado em 1967, com o título no Brasil traduzido para Perseguição e Assassinato de Jean-Paul Marat
— Eu não passava de um anarfa...
Nunca é demais falar sobre...
NEUZA MACHADO - Depois da queda, a “ressurreição” do personagem. As imposições do meio social mudaram? Não. Mudou a estratégia de vida do personagem, mudou a estratégia de narrativa, mas estas ainda se encontram no plano da diegese e da classe social.
A inteligente autodefesa de Charlotte Corday, que com uma punhalada liquidou Marat, o Amigo do Povo, não foi suficiente para livrá-la da guilhotina
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